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Destaques (605)

Terça, Out 08 2019

Aprovada maciçamente pelos trabalhadores em assembleias regionais realizadas em Linhares, Guaçui, Nova Venécia, Aracruz, São Gabriel da Palha, Cachoeiro, Colatina, São Mateus, Venda Nova, Guarapari e Grande Vitória, foi protocolada no último dia 19 de setembro junto à Federação do Comércio, a Pauta de Revindicações relativa à Campanha Salarial 2020/21.

Este ano, a Campanha Salarial tem como eixo central a garantia de nossas conquistas, ampliação desses direitos e luta por novos benefícios. ''Em uma conjuntura pós-reforma trabalhista de 2017, que tem trazido um ambiente francamente desfavorável ao trabalhador, com pesados ataques aos nossos direitos e constantes investidas contra a classe trabalhadora e os sindicatos pelo governo atual, nossa Convenção Coletiva (CCT) assume uma relevância única'', entende o presidente do Sindicomerciários, Rodrigo Rocha.

Segundo ele, a CCT é nossa única proteção contra os ataques do governo e as sistemáticas campanhas para retirar nossos direitos. E a única e legítima força capaz de negociar em favor desses direitos e interesses dos trabalhadores é o Sindicato. Daí nunca ter sido tão importante estarmos atentos, unidos e mobilizados junto ao nosso Sindicomerciários. Principalmente estando sindicalizados. Somente a atuação de um Sindicato forte como o nosso poderá barrar as perdas de direitos.

E o Sindicato está aqui, como sempre esteve e estará, ao lado da categoria comerciária defendendo-a e lutando pela preservação de suas conquistas. Estaremos informando em tempo real em nossas mídias sociais o andamento das negociações, o calendário das reuniões e os seus resultados. Acompanhe o Sindicomerciários no site, Facebook e Instagram (os endereços estão no cabeçalho deste jornal). Curta, acompanhe, compartilhe e siga o Sindicomerciários.

Terça, Out 08 2019

Em quase todo o setor produtivo do país, sobretudo na indústria, a Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) das empresas já é uma realidade desde sua introdução no país, no ano 2000.

O setor do comércio, no entanto, resiste em dividir com os trabalhadores parte do que foi produzido pela força-de-trabalho desses empregados. E foi justamente para lutar para reparar essa injusta exclusão que a direção do Sindicomerciários introduziu na Pauta de Reivindicações deste ano essa reivindicação.

"Nossa proposta é que seja feito o pagamento de 50% do piso da categoria (R$ 1.218,36) a título de PLR", esclarece o presidente do Sindicomerciários, Rodrigo Rocha.

O dirigente explica que esse valor seria dividido em duas parcelas (janeiro e julho), em 2020.

Terça, Out 01 2019

No último dia 24 de Setembro de 2019, foi muito especial, nosso Sindicato completa 88 anos de fundação. Quase um século de muita luta, resistência e conquistas junto à categoria comerciária capixaba.

Ao longo dos 88 anos de história do Sindicato, os comerciários se consolidaram como uma categoria respeitada e combativa, além de ter conquistado vários direitos, como Plano de Saúde obrigatório, Seguro de Vida, Plano Odontológico, Estabilidade para a Gestante, Auxílio Creche e tantos outros.

Nos últimos anos nosso compromisso tem sido nos posicionar e combater as pautas de uma leva de políticos que parecem ter apenas um foco: prejudicar a classe trabalhadora.

É por isso que nosso objetivo é manter e ampliar os direitos conquistados durante esses anos todos.

Mesmo diante dos desafios, o Sindicomerciários nunca deixou se abater. Se preciso for, lutaremos por mais 88 anos em defesa dos direitos dos comerciários e dos trabalhadores brasileiros.

Parabéns ao Sindicomerciários e a toda diretoria atual que vem desempenhando um importante papel na história do Sindicato e também no cenário da política capixaba.

Quinta, Set 12 2019

ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

CAMPANHA SALARIAL 2019/2020 DOS EMPREGADOS DO COMERCIO NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO - EDITAL DE CONVOCAÇÃO

O Sindicato dos Empregados no Comércio do Estado do Espírito Santo – Sindicomerciários-ES, por seu presidente, Rodrigo Oliveira Rocha, convoca todos os empregados no comércio do Espírito Santo para participarem da Assembléia Geral Extraordinária de deflagração da Campanha Salarial 2019/2020, a realizarem-se conforme relação de datas e locais abaixo:

com o quórum que se fizer presente, respeitados os quóruns estatutários de instalação e deliberação para a discussão e aprovação das seguintes Ordem do Dia:

1 - Abertura da Campanha Salarial 2019/2020 (data-base em 1º de novembro) para discussão e aprovação da Minuta de Reivindicação a serem encaminhadas as representações patronais do comércio, com vista à regulamentação do processo negocial;

2 - Autorizar a Diretoria do Sindicato a firmar diretamente com as empresas, ou com o(s) Sindicato(s) Patronal(is) e Federação, Acordos ou Convenções Coletivas de Trabalho para: a) Trabalho  e horários excepcionais em dias de domingos e/ou feriados, bem como no período anterior e posterior a época natalina; b) Banco de Horas (art. 6º Lei 9.601/98); c) Contrato a tempo parcial; d) Participação nos Lucros e Resultados (Lei 10.101/00); e) Compensação de Horas de Trabalho; f) Garantia de melhores condições de trabalho e, frustradas as negociações, instaurar dissídio coletivo  em consonância com a EC nº 45 e nas disposições contidas na lei nº.13.467/17.

3 - Discussão e deliberação sobre calendário de sessões específicas da presente assembléia para detalhamento e complementação da proposta de Convenção Coletiva de Trabalho e decretação dessa Assembléia Geral Extraordinária em Assembléia Geral Permanente até o encerramento da Campanha Salarial 2019/2020;

4 – Autorizar a deflagração de greve, se frustradas as negociações;

5 - Definir o percentual e autorizar a cobrança de Contribuição Assistencial de todos os empregados representados pelo sindicato, associados ou não, em favor do Sindicato dos Empregados no Comércio do Estado do Espírito Santo – SINDICOMERCIÁRIOS/ES;

6 – Definir o percentual e autorizar a cobrança da cota de participação negocial em favor do sindicato, de todos os empregados representados pelo sindicato, associados ou não, em virtude de vantagens auferidas pelo ente sindical para a categoria;

7 – Definir a prevalência dos acordos firmados com a participação do sindicato, em relação a qualquer acordo individual, quando o primeiro for mais vantajoso.

8 - Assuntos Gerais.

 

Vitória (ES), 14 de agosto de 2019

Rodrigo Oliveira Rocha

Presidente

Quinta, Set 12 2019

Localizado "quase dentro do mar", o Praia Grande Hotel é o hotel da categoria comerciária. Por isso, os trabalhadores sindicalizados têm desconto na hospedagem.

Para informações (27) 3253 1518.

Junte-se a nós, traga sua família e aproveite!

Quinta, Set 12 2019

Os diretores do Sindicomerciários, Márcia Matias e Ronaldo Pinheiros, participaram da Marcha das Margaridas, em Brasília. O movimento, que acontece desde 2000, é uma grande mobilização social e, em especial este ano, um sinal de resistência contra os desmandos do atual governo!

Quarta, Set 04 2019

Após intensa pressão promovida pelo Sindicomerciários e demais sindicatos comerciários cutistas em todo o país filiados à CONTRACS, o Senado derrubou na quinta-feira, dia 21, o funcionamento do comércio aos domingos e feriados sem a necessidade de autorização expressa dos trabalhadores, através de seus sindicatos. 

Trata-se de mais uma importante e histórica vitória da categoria comerciária que comprova a importância da união dos trabalhadores do comércio junto ao Sindicato, principalmente através da sindicalização. 

A direção do Sindicomerciários-ES fez gestões diretamente junto à bancada capixaba no Senado Federal, para que aquela Casa reconhecesse a importância desse dia de descanso para o lazer, o convício social e familiar e à prática religiosa. Agora, o texto modificado da MP 881 vai para a sanção do presidente Bolsonaro.  E em se tratando de quem é, pode-se esperar uma retaliação. A possibilidade do governo voltar à carga através de decreto-lei é alta.

"Daí a importância dos comerciários se sindicalizarem e manterem a mobilização junto ao Sindicato", alertou o presidente Rodrigo Rocha.

Quarta, Set 04 2019

Há semanas, a Amazônia arde em chamas. Enquanto cidadãos, figuras públicas e lideranças políticas globais discutem o problema e cobram por soluções, o presidente Bolsonaro tentou culpar ONGs, enquanto o Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles culpou gestões anteriores por um número de queimadas número recorde atingido pelo governo atual. 

A verdade é essa: aqueles que dizem se importar com o Brasil, são os que, na verdade, não se preocupam em proteger nossa biodiversidade, nossa floresta amazônica que é fundamental para o equilíbrio climático de todo o mundo. A reação do governo atual, demorada, só aconteceu após o posicionamento de nomes de destaque na política e da intensa cobrança vinda de todas as partes.

O Sindicomerciários acompanha essa situação e faz questão de mostrar a você porque é importante unir forças em busca de representantes que realmente estejam dispostos a cuidar de seu povo!

Quarta, Set 04 2019

Não bastassem os mais de 100 direitos confiscados dos trabalhadores pela reforma trabalhista do governo Temer, um novo fantasma ronda as conquistas históricas dos trabalhadores. Estamos falando da carteira de trabalho verde e amarela defendida por Bolsonaro em sua campanha e eleitoral e volta a ser ameaçada pelo presidente nos últimos dias.

Essa modalidade de carteira de trabalho seria voltada aos jovens e nada mais é do que a oficialização do bico como política oficial de trabalho de um governo já suficientemente comprovado ser antipovo, antipobre e antitrabalhador.

Ao "optar" por esse tipo de contrato, o trabalhador abriria mão de TODAS as conquistas garantidas pelo Sindicato à categoria. No caso do trabalhador comerciário, a tal carteira verde e amarela impediria o funcionário contratado de ter acesso a plano de saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio-creche, licença-gestante, fornecimento gratuito de uniformes, abono de faltas para a realização de provas nos ensinos Fundamental, Médio ou Superior, isso sem falar de reposição integral da inflação, ganho real, piso salarial e reajuste das cláusulas econômicas.

"Em suma, a carteira verde e amarela ira criar um trabalhador de primeira e de terceira classe. A primeira categoria, apenas os sindicalizados, que teriam os benefícios conquistados pelo Sindicato e garantidos em Convenção Coletiva; a segunda, trabalhadores sem amparo legal, sem direitos e sem proteção", condenou o presidente do Sindicomerciários Rodrigo Rocha, que entende mais do que nunca a necessidade urgente dos comerciários se sindicalizarem, sobretudo os mais novos, que estão entrando no mercado de trabalho.

"O Sindicato é a garantia de que seus direitos não serão lesados. Por isso, venha para o Sindicomerciários, sindicalize-se", finalizou.

Quarta, Jul 31 2019

De janeiro de 2018 a junho deste ano, trabalho intermitente e parcial resultou em 121.752 contratações – de caráter precário. Já desligamento por acordo somaram 276.284.

Em sua rápida tramitação pela Câmara e pelo Senado, até ser aprovado, há dois anos, o projeto do Executivo que resultou na Lei 13.467, de "reforma" trabalhista", foi apresentado como solução para o mercado de trabalho, que precisava se modernizar para permitir a criação de empregos, algo que a legislação "atrasada" não permitia. O então ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, chegou a declarar que esperava a abertura de 2 milhões de vagas no ano passado e neste, em consequência de postos de trabalho que deixariam a informalidade. Então ministro, Henrique Meirelles falou em 6 milhões, sem especificar período. Os dados do próprio governo apontam no sentido contrário: neste um ano e meio, a "modernização" mais fechou do que abriu empregos no país.

Se comparadas as três modalidades surgidas com a lei, que entrou em vigor em novembro de 2017, o fechamento de vagas é duas vezes maior que a abertura. A "reforma" implementou duas formas de contratação, mais precárias, o trabalho intermitente e o parcial. Ao mesmo tempo, surgiu o desligamento por "acordo" entre patrão e empregado. Este último supera de longe as duas formas novas de contratação de mão de obra.

De janeiro de 2018 a junho deste ano, o saldo total de postos de trabalho formais no país foi de 938.054, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que com a extinção do Ministério do Trabalho passou a ser divulgado pela pasta da Economia, comandada por Paulo Guedes, um entusiasta da flexibilização. Já o saldo somado de trabalho intermitente (88.437) e parcial (33.315) é de 121.752 vagas no período. Enquanto isso, os desligamentos por acordo totalizaram 276.284 – 2,27 vezes mais.

Mesmo considerando apenas o trabalho intermitente ou parcial, o número fica distante dos milhões imaginados pelo ministro ou parlamentares governistas, que insistiam nesse argumento durante a tramitação do projeto. Essas duas modalidades representam apenas 13% do saldo total do Caged em um ano e meio. O próprio saldo integral, até agora, não chega a 1 milhão.

Sem jornada fixa

O contrato de trabalho intermitente não tem jornada fixa. Pode ser por mês, dia ou hora. Deve ser especificada o valor da remuneração por hora, que não pode ficar abaixo do equivalente a um salário mínimo mensal ou do que é pago para quem exerce a mesma função. A chamada para o serviço precisa ser feita com pelo menos três dias de antecedência e o trabalhador precisa responder até um dia (útil) antes. Em caso de descumprimento, a lei prevê multa equivalente a 50% do valor da remuneração combinada. Já o trabalho parcial é aquele cuja duração não supera 30 horas semanais, sem horas extras, ou 26 horas, com acréscimo de até seis (pagas com adicional de 50%).

Apenas em junho, último dado disponível, o trabalho intermitente teve saldo de 10.177 vagas (diferença entre contratações e demissões). Desse total, 417 trabalhadores foram admitidos mais de uma vez. O total de estabelecimentos envolvidos chegou a 2.691. No parcial, o saldo foi de 1.427. E os desligamentos somaram 17.951.

Sem contar o resultado comparativo desfavorável, o Caged aponta ainda outro dado negativo, este referente aos salários. Todos os meses, o ganho de quem entra no mercado de trabalho é invariavelmente menor em relação ao rendimento daquele que saiu. No mês passado, os contratados tinha salário médio de R$ 1.606,62, enquanto quem foi demitido recebia em média R$ 1.766,67. No acumulado do ano, o rendimento dos admitidos corresponde a 88,6% dos demitidos.

"Foi um equívoco alguém um dia dizer que essa lei ia criar empregos. Foi um equívoco", disse em junho, em entrevista à BBC Brasil, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Brito Pereira. "O que cria empregos são os programas de incentivo à produção, que gera bens, permite o consumo e faz girar a economia", reverberando o que dizem vários economistas, refratários à "reforma" da forma como foi implementada.

fonte: RBA

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