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Quarta, Jun 12 2019

Tendo como um dos pontos centrais o "negociado sobre o legislado", a reforma trabalhista que esta em vigor esta provocando o enfraquecimento do meio sindical. O medo que se fortalece cada vez mais entre os trabalhadores é que eles acabem enfraquecidos na relação com os patrões. O legislado sobre o negociado se não mediado pelo [...]

Tendo como um dos pontos centrais o "negociado sobre o legislado", a reforma trabalhista que esta em vigor esta provocando o enfraquecimento do meio sindical. O medo que se fortalece cada vez mais entre os trabalhadores é que eles acabem enfraquecidos na relação com os patrões.O legislado sobre o negociado se não mediado pelo Sindicato da Categoria trará prejuízo apenas para os trabalhadores.

"Não existe equilíbrio entre trabalhador e empregador para a negociação".Com a reforma trabalhista, os sindicatos perderam força e precisam da ajuda da categoria para que continue defendendo os profissionais ante as retiradas de direitos. Clicando aqui você vê o vídeo feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), exemplifica a necessidade de apoio de todos para que os sindicatos não enfraqueçam e continuem lutando em defesa dos trabalhadoresSer sócio ou não do sindicato que representa legalmente a sua categoria é uma decisão que cabe somente ao trabalhador. Trata-se, na verdade, de um direito constitucional que lhe foi garantido depois de muitas lutas. Você já parou para pensar na da importância deste direito que você pode estar abrindo mão?

Fortaleça seu sindicato e sindicalize-se!

Quarta, Jun 12 2019

O tempo da escravidão está voltando. Primeiro foi a "reforma trabalhista" que retirou direitos dos trabalhadores e dificultou o seu acesso à Justiça do Trabalho. Depois vem o desmonte do Ministério do Trabalho, mais um golpe contra os empregados que estão perdendo um importante órgão fiscalizador. Agora querem impor o "Fim da aposentadoria" que, além de retirar mais direitos dos trabalhadores que estão na ativa, praticamente impede que eles se aposentem e com eles vem o pacote como o fim do PIS, FGTS entre outros. Para piorar, o governo fala em implantar uma tal carteira verde e amarela. A ideia é tirar do trabalhador a proteção do sindicato.

Com isso, o empregado perde os direitos assegurados em convenções coletivas como plano de saúde, seguro de vida, plano odontológico, atestado médico de acompanhante do filho por até 18 anos ao médico,  piso salarial da categoria, reajustes de salários, dentre outros. 

Sem a representação dos trabalhadores, os patrões desonestos poderão explorar livremente os seus empregados.

Pense nisso, fortaleça seu sindicato!

Quarta, Jun 12 2019

Sexta-feira é o dia de todos os brasileiros e brasileiras, com carteira assinada ou não, participarem da greve geral. Entenda porque é importante cruzar os braços dia 14 de junho.

Todos os trabalhadores e trabalhadoras, do campo e da cidade, além dos servidores públicos de todas as esferas - federal, estadual e municipal, serão atingidos pela reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL) e terão de trabalhar muito mais para ganhar bem menos de aposentadoria no final da vida. Muitos, especialmente os mais pobres, mesmo trabalhando e contribuindo por mais tempo, não vão conseguir se aposentar.

Para entender todas as mudanças nas regras da aposentadoria e dos benefícios, acesse o site Reaja Agora, criado pela CUT para informar os trabalhadores e trabalhadoras sobre os detalhes das perversidades contidas na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 006/2019, nome oficial da reforma da Previdência.

Como disse o presidente da CUT, Vagner Freitas, em entrevista ao Portal da Central, nesta sexta-feira, dia 14 de junho, é preciso mostrar ao governo "que não aceitaremos mais ataques aos nossos direitos".

"Sexta-feira é o dia de todos os brasileiros e brasileiras, com carteira assinada ou não, participarem da greve geral. Queremos mais empregos e geração de renda. Trabalhador não aguenta mais pagar as contas das crises perdendo direitos trabalhistas e previdenciários".

Sexta-feira (14) é dia de ficar em casa! Confira pelo menos 5 razões para cruzar os braços na greve geral:

1 – Reforma da Previdência impõe idade mínima

A PEC nº 006/2019, além de acabar com a aposentadoria por tempo de contribuição, impõe a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres se aposentarem.

Pelo modelo atual, os trabalhadores podem se aposentar após 35 anos de pagamento ao INSS e as trabalhadoras após 30 anos de contribuição, sem a exigência de idade mínima.

Nesse caso, para ter acesso ao valor integral do benefício, as mulheres precisam que a soma da idade mais o tempo de contribuição seja igual a 86 (56 anos + 30 contribuição = 86 – aposentadoria integral). Já os homens precisam que a soma totalize 96 (61 anos + 35 contribuição = 96 – aposentadoria integral).

A proposta do governo de Bolsonaro simplesmente acaba com a possibilidade de o trabalhador optar pela aposentadoria por tempo de contribuição e obriga todos, homens e mulheres, a atingirem uma idade mínima alta para receberem menos no valor do benefício previdenciário.

2 – Mais tempo de contribuição e benefício menor

A reforma da Previdência aumenta o tempo mínimo de contribuição de 15 anos para 20 anos e muda o cálculo do valor do benefício para reduzir o valor pago pelo INSS. Os trabalhadores vão receber apenas 60% do valor do benefício. Para ter acesso à aposentadoria integral, o trabalhador e a trabalhadora terão de contribuir por pelo menos 40 anos.

Pelas regras atuais, o valor do benefício é calculado com base na média das 80% maiores contribuições feitas pelo trabalhador ao longo da vida profissional.

Pela proposta de Bolsonaro, o cálculo passará a contar a média de todas as contribuições (100%) ao longo da vida profissional, inclusive os menores salários recebidos pelo trabalhador. Ou seja, ao acrescentar os menores salários, o valor final do benefício será menor.

3 - Capitalização da Previdência

A proposta de adotar o modelo de capitalização é uma das mais perversas medidas previstas na reforma da Previdência. O que não deu certo em países como Chile, Colômbia, Peru e México, onde o modelo de capitalização foi adotado, Bolsonaro quer trazer para o Brasil.

Nesse modelo, o trabalhador é obrigado a fazer uma poupança pessoal e depositar dinheiro nela todo mês se quiser se aposentar no final da vida. Essa conta é administrada por bancos, que podem utilizar parte do dinheiro para especular no mercado financeiro.

No Brasil, o atual modelo de Previdência é chamado de repartição, ou seja, quem está no mercado garante com sua contribuição mensal ao INSS o pagamento dos benefícios de quem já se aposentou. E todos contribuem – trabalhador, patrão e governo.

Já no modelo de capitalização não tem a contribuição do empregador nem do Estado. Ou seja, é o trabalhador sozinho tendo de se virar para conseguir fazer uma poupança.

E a proposta pode ser ainda pior! As regras de como funcionará a capitalização só serão apresentadas pelo governo ao Congresso Nacional se a proposta de reforma da Previdência for aprovada. A regulamentação será feita por meio de uma lei complementar.

Para saber mais sobre o modelo de capitalização, clique aqui.

4 - Quem já está aposentado também vai ter prejuízo

A reforma exclui da Constituição Federal a regra que determina a reposição da inflação para os benefícios acima do salário mínimo pagos a aposentados e pensionistas da iniciativa privada e do setor público. E mais: desvincula os valores dos benefícios do salário mínimo.

Isso significa que os reajustes do salário mínimo não serão mais usados como base de cálculo para corrigir as aposentadorias e pensões. Essas mudanças podem rebaixar drasticamente os valores dos benefícios, inclusive de quem já é aposentado.

5 – Cadê a política de geração de emprego?

No primeiro trimestre deste ano, faltou trabalho para 28,3 milhões de trabalhadores e trabalhadoras no Brasil, segundo a Pnad Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de desemprego do período foi de 12,7% e atinge 13,4 milhões de trabalhadores e trabalhadores.

Até agora, o governo Bolsonaro não apresentou sequer uma proposta que, de fato, contribua para aquecer a economia e gere emprego e renda. Pelo contrário, as propostas apresentadas pelo governo apenas acabam com os direitos do povo brasileiro, como é o caso da proposta do fim das aposentadorias e dos cortes na educação, área que deveria ser prioridade de qualquer governo que se preocupa com o desenvolvimento do país.

Sexta, Jun 07 2019

A direção do sindicato, através de sua Secretaria de Assuntos Jurídicos, Genilda Bochou, irá pagar a partir do dia 11 de junho, diversos processos para centenas de comerciários e comerciárias da Empresa Itapuã Calçados, que receberão indenização trabalhista por terem sido lesados por suas empresas no descumprimento da Convenção Coletiva.

Por isso convocamos os trabalhadores da loja citadas nesta matéria e cujos nomes constam nas listas publicadas para comparecerem à sede do Sindicato. É necessário levar carteira de trabalho e identidade.

Caso tenha perdido o dia do pagamento, poderá volta de segunda a quinta, das 14h às 16h, devidamente documentados.

 

A – G | 11/06 – 09h às 16h

ADRIANO FELIX ALMEIDA

AGUINALDO AURELIO DA SILVA

ALEXSANDRO RIGUETE RECEPUTE

ALINE SOARES SANTOS

ANA PAULA BARBOSA REIS

ANDRE CARDOSO GONCALVES

ARIANA DE FATIMA CRUZ

BRENDA SALES DOMINGUES

BRUNO BONIFACIO TAVARES

CAMILA CHRIZOSTOMO

CAMILLA CELIA DAS CHAGAS

CAMILLE HUBNBER FERRAZ AGUIAR

CARLA FLORENCIA MATTIANO

CATIA SANTOS DE SOUZA

CINTIA PEREIRA BARCELLOS

CLAUDIANA SOARES SEPULCHRO

DANILO DA COSTA DOS SANTOS

DIENEFER BATISTA NOGUEIRA

DIOGO DE OLIVEIRA FABRES

DIONY CHRISTINA GOMES MOTTA AS

EDINA MARIA DA SILVA BORGES

ELIZABETH FREITAS DUTRA ALEIXO

ELTON RAUTA DEFENDENTE

FABIO ROQUE BARBOSA GUIMARES

FELLIPE JOSE NOBRE E SILVA

FRANCIELE FERREIRA DOS SANTOS

GREICIELLE NUNES PIRES

GUSTAVO NASCIMENTO RIBEIRO

 

H – M | 12/06 – 09h às 16h

HOFFMAM CHULIM CUNHA

HUMBERTO ITALO MAFFIOLI OVELAR

IVANIA XAVIER DA SILVA

JACKSON CAVAT DE SOUZA

JAQUELINE DE LIMA SOUZA

JOCILENE SOUZA DE JESUS

JOICE CRISTINA RODRIGUES BITTERCOURT

JOSE LUIZ LOPES BRAGA JUNIOR

JULIANA DE ALENCAR LIMA

KASSANDRA FARIA DO NASCIMENTO

LAURA MARIA RODRIGUES ARAUJO

LORHAINY NEVES DA SILVA

LUCIANA RUFINO DA SILVA

LUCIENE SOUZA DE JESUS

LUIZ FELIPE DIAS RODRIGUES

LUIZ FELIPE HELLMEISTER MALHAD

LUTHIESKA MESSIAS DE JESUS

MARCELA CAMPAGNARO PEREIRA

MARCIA REGINA SOUZA DE MOURA

MARCOSSUEL DA PENHA SANTOS

MARIA HELENA ZANINHO

MARIA JOSE FORNAZEL DUTRA

MARIELY ALYNE FERREIRA RAMOS

MC MYLLER NASCIMENTO FERREIRA

MEIRIELEY DOMINGUES DOS SANTOS

MIREILLE MOYARA MONTEIRO MACHADO

 

N – W | 13/06 – 09h às 16h

NAJARA PAULINE DA CRUZ

NATHYELLEN ALVES BOAVENTURA

NILO JUNIOR DO N. LUCAS

OSENI DE JESUS SOUZA

PAULINA LEITE GARCIA

PAULO CESAR DOS SANTOS OLIVEIRA

PIERLA DOS SANTOS JACOBOSQUE

RAIANY MACHADO

RAYSA ARIDI MOURA

REINALDO GONCALVES DA ROSA

RODRIGO SERENO DE MATTOS

RODRIGO SOUZA CARVALHO

RODRIGO VIEIRA FERRO

ROMARIO OLIVEIRA SANTOS

ROSILENE DEMONER FERREIRA PATUZZO

RUBIANA SIQUEIRA NASCIMENTO

SABRINA SANTOS DA SILVA

SIMONY DA SILVA ANDRADE

TALES MAIA FAE

TALITA LOPES DOS SANTOS

THALES FERNANDO CRUZ PITANGA

THIAGO DOS SANTOS PIROLA

TICIANY FACCO DE OLIVEIRA

VALDEIR AZEREDO SANTOS

WANDERSON DE OLIVEIRA BELARMIN

Terça, Jun 04 2019

Comerciárias e comerciários, vamos comemorar mais uma vitória do Sindicato! Nosso setor jurídico sempre atua de forma contundente na defesa dos direitos dos trabalhadores, quer sejam sindicalizados ou não. Por isso, alcançamos mais um triunfo na justiça, dessa vez em um processo envolvendo a Itapuã Calçados a favor dos trabalhadores(as).

Abaixo, a lista dos beneficiados com as respectivas letras, para o comparecimento à sede do Sindicomerciarios/ES localizada na Rua Caramuru, 38 - Centro, Parque Moscoso, Vitória-ES. Munidos da CTPS das 9:00 hs às 16:00hs.

Após o dia do pagamento os empregados deverão comparecer ao Sindicomerciários, de Segunda a Quinta munidos da CTPS das 14:00hs às 16:00hs. 

Sindicalize e fortaleça seu sindicato.

 

PAGAMENTO

06/06/2019 

LETRAS: A e L

 

Adenilza Araujo Pereira 

Alessandro Reckel 

Angela de Freitas Silva 

Angela Marilia Pereira 

Angelica Rosa Loiola da Silva 

Benedita Correa Ribeiro 

Clezia Dias Vieira 

Daniel Ribeiro Edringer 

Diones Guilherme Pereira 

Douglas de Freitas Reis 

Enilce Janário Soares da Rocha 

Flavia da Silva de Lacerda 

Gabriel Mouro dos Reis 

Gerlani Rosa de Oliveira 

Gielle do Carmo Reis 

Hudnei Dias Calmom 

Ingrid de Oliveira Martins 

Ingrid de Souza Machado 

Jeiza de Araujo Mathaay Santos 

Jocélia da Silva 

Joyce Stefhany F. da Silva 

Juliete Neves de Oliveira 

Keyla Rangel da Silva 

Lara Louback da Cruz 

Lara Lúcia Barbosa Vaz 

Leidiana da Silva 

Leonardo Basilio Araujo 

Leticia Cunha Moreira 

Luciene Oliveira Xavier

 

 

PAGAMENTO

07/06/2019

LETRAS M e W

 

Mable Araújo Matos 

Maria Jucelinilda Luciano Canuto 

Maxsuelen Amorim Pereira 

Mayara Francisco Ciareli 

Monalisa Salvador Mol 

Nayana dos Santos Teixeira 

Nerilane Crala dos Santos 

Olani Desterfani Souza 

Pablo Milanez Pereira Pirasol 

Patricia de Jesus Sacramento 

Plinio Meireles Moura 

Poliana da Silva Viana 

Poliana Santos dos Anjos 

Priscila da Silva Alves 

Priscila de Oliveira Zanesi 

Priscila Kassandra Soares de O. Correa 

Rodrigo Gomes de Carvalho 

Rosimar Almeida da Cruz 

Sergio Rodrigues Rocha 

Simone Oliveira Rodrigues 

Suelen Padilha 

Vanessa do Santos Araújo 

Vanessa Ferreira Paes 

Vanessa Nunes Martins 

Vanessa Pereira Batista 

Vanessa Barbosa Nascimento 

Wesllei Barbosa de Assis

Quinta, Mai 30 2019

Na quarta-feira, 29, o Supremo Tribunal Federal aprovou, por 10 votos a um, que é inconstitucional que trabalhadoras gestantes e lactantes precisem apresentar atestado médico para terem o direito de se afastarem de atividades insalubres.

A conquista veio graças a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade de autoria da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), entretanto o SINDICOMERCIÁRIOS, muito antes disso, já havia conquistado esse benefício em Convenção Coletiva. Conseguimos assegurar que nenhuma comerciária grávida ou lactante do estado trabalhasse em local insalubre.

O fato de uma mulher grávida ou lactante precisar apresentar um atestado médico para ser afastada de suas atividades insalubres pode parecer surreal, mas não, era verdade. Essa atrocidade fazia parte do texto final da reforma trabalhista do governo Michel Temer e foi aprovado pela maioria dos parlamentares do congresso, nesta lista inclui-se o atual presidente da República, Jair Bolsonaro. Na ocasião ele foi favorável à reforma, votado sim a retirada de direitos dos trabalhadores.

"A reforma trabalhista foi aprovada sob o intuito de diminuir o número de desempregados. Quase dois anos depois, como já prevíamos, o desemprego tem aumentado. O STF desfez uma das grandes maldades da reforma do governo Temer. A possibilidade de uma grávida ter de trabalhar em um ambiente insalubre chega ser desumano", comemorou Rodrigo Rocha, presidente do Sindicomerciários.

Quinta, Mai 30 2019

No domingo, 26/05, Vitória e São Mateus entraram em campo, no Sindipol, em busca do título do campeoanto. No tempo normal, o São Mateus saiu na frente, mas o Vitória conseguiu o empate. O placar de 1x1 levou a decisão para os pênaltis.

Na disputa, o Vitória levou a melhor (3x1) com destaque para a atuação do goleiro da equipe, que fez importantes defesas! PARABÉNS ao Vitória! 

Agradecemos a todas as equipes participantes pelo espírito esportivo e garra nas partidas. Agradecemos também aos torcedores que compareceram aos jogos e que acompanharam a final pela nossa transmissão no Facebook. 

Você que ainda não é filiado, gostou do nosso campeonato?

Filie-se e participe conosco das lutas por mais direitos e também dos momentos de confraternização!

Terça, Mai 28 2019

O TST (Tribunal Superior do Trabalho) condenou a Mercedes-Benz a pagar o valor total do intervalo intrajornada -equivalente a uma hora de almoço- a um trabalhador de São Bernardo do Campo que não usufruiu do período completo de pausa por causa de redução prevista em acordo coletivo.

Na decisão unânime, o relator do recurso, Alexandre Agra Belmonte, argumenta que a jurisprudência do tribunal não reconhece normas coletivas que reduzam o intervalo intrajornada em contratos de trabalho vigentes anteriormente à lei 13.467/2017 -a reforma trabalhista de Michel Temer.

A mudança na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que passou a vigorar em novembro de 2017, permitiu que o negociado com sindicatos prevalecesse sobre o determinado na lei em algumas situações, entre elas a redução da hora do almoço.

Segundo Belmonte, no entanto, o recurso diz respeito a questão anterior à reforma e, "com base na lei no tempo, foi usada a jurisprudência interpretativa da norma trabalhista vigente antes da reforma".

O empregado, que prestou serviços para a Mercedes durante 25 anos e foi demitido em 2014, afirmou que nunca havia tido intervalo intrajornada de uma hora, como determina o artigo 71 da CLT.

Em sua defesa, a montadora sustentou que o intervalo havia sido reduzido para 45 minutos por meio do acordo coletivo firmado desde 1996 com o sindicato da categoria.

Antes da reforma trabalhista, porém, além do acordo coletivo para redução da jornada, era necessária autorização do Ministério do Trabalho, diz Rodrigo Takano, sócio de trabalhista do Machado Meyer.

"O que o tribunal está dizendo é que, para situações que ocorreram anteriormente à reforma, o entendimento é este: não basta o acordo coletivo para redução de jornada."

O ex-funcionário solicitou o pagamento da hora cheia -60 minutos com caráter de hora extra, isto é, 50% sobre o valor da hora normal e com reflexos para cálculo de 13º salários e férias, por exemplo-, mas foi derrotado na primeira e na segunda instâncias.

Na 4ª Vara do Trabalho de São Bernardo do Campo, por exemplo, o magistrado disse que "a redução do intervalo de uma hora decorreu de negociação coletiva, tendo por objetivo a adequação de turnos e a possibilidade de os trabalhadores saírem mais cedo ao final das jornadas".

Pela nova lei, só a parcela de tempo restante para completar os 60 minutos de pausa é passível de ser considerada verba indenizatória, o que garante o pagamento dobrado, mas não tem efeito para cálculo de outros benefícios.

Em 2018, o pleno do TST aprovou uma instrução normativa segundo a qual a aplicação das normas processuais previstas pela reforma é imediata, mas não incide em processos iniciados antes da vigência da nova lei.

Foi determinado, no entanto, que temas relacionados ao chamado direito material (o conteúdo das ações em si) serão discutidos caso a caso no primeiro e segundo graus.

"O TST entendeu que essas questões deveriam ser decididas nas instâncias inferiores para ir ganhando um grau de maturidade até que chegassem ao tribunal. Agora traz um direcionamento de como o TST parece que deve se inclinar a respeito desse assunto", diz Ricardo Calcini, professor de direto do trabalho da FMU.

Em nota, a Mercedes-Benz do Brasil disse que desconhece o teor da ação, mas "respeita as decisões do TST e, em caso de discordância, utilizará dos recursos legais cabíveis".

A montadora afirmou ainda que todas as cláusulas do acordo coletivo são negociadas com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e referendadas em assembleia pelos próprios colaboradores.

Terça, Mai 28 2019

A direção do Sindicomerciários já está nas ruas com a versão 2019 de sua Campanha de Sindicalização. E nesta Campanha, a categoria comerciária é quem ganha. Serão cerca de 40 bikes sorteadas em três macrorregiões (Sul e Sudeste, Norte e Noroeste, e Grande Vitória) que contemplam a totalidade dos 78 municípios capixabas.

A cada quatro meses, dirigentes do Sindicato estarão com a Unidade Móvel da entidade estacionada em um ponto estratégico de uma das cidades dessas macrorregiões para realizar o sorteio. Para participar, basta que você seja sindicalizado e esteja em dia como suas mensalidades. Ao final da Campanha, três motos Honda Bis serão sorteadas, uma por macrorregião. Caso o trabalhador tenha sido filiado ao Sindicato, mas demitido, ele deverá procurar a sede regional da entidade para atualizar sua sindicalização e concorrer.

SINDICALIZAÇÃO NÃO É SÓ PRÊMIOS. É LUTA

Graças à luta do Sindicomerciários-ES e a força dos sindicalizados, atualmente os trabalhadores e trabalhadoras no comércio capixaba são uma das categorias profissionais em todo o país que mais acumulam direitos previstos em Convenção Coletiva de Trabalho (CCT): assessoria jurídica, auxílo-creche, seguro de vida, plano odontológico e de saúde e licença-gestante são alguns desses benefícios.

Segundo o Presidente do Sindicomerciários em Rodrigo Rocha, a CCT tem força de lei. “Tudo o que ali está contido foi conquistado pelo Sindicato junto aos trabalhadores que apostaram na capacidade de luta da diretoria da entidade. O que está ali é para ser cumprido. Caso não o seja, entre em contato com o Sindicato e denuncie”, disse o dirigente.

Sábado, Mai 18 2019

O Sindicomerciários visando a qualidade do lazer dos trabalhadores e de seus familiares, levou a final entre São Mateus e Vitória para o domingo, 26 de maio. O palco desse jogaço será no campo do SINDIPOL na Serra, devido às fortes chuvas que ocorreram nos últimos dias, e o adiamento da agenda esportiva no estádio da Tiva, a direção do sindicato decidiu em não mais adiar a final e resolveram levar a final para o campo do Sindipol. 

O presidente do Sindicato, Rodrigo Rocha, deixou um recadinho para a categoria, "a gente entendeu que fazendo a final no campo do Sindipol, além de engrandecer ainda mais o nosso campeonato, trará também benefícios para os jogadores, que estarão jogando em um campo de qualidade e ainda para a torcida, que poderá se acomodar de maneira confortável ao redor do campo".

Anota na agenda, dia 26 de maio, a partir das 10h, no Campo da Sindipol na Serra, SÃO MATEUS x VITÓRIA.

Esperamos a sua presença, venha torcer para sua seleção preferida!

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