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Promoção especial do Dia das Crianças (Quarta, 15 Agosto 2018 09:57)
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Quarta, Abr 11 2018

Quarto lugar no ranking mundial, o Brasil é hoje o país onde a cada 48 segundos acontece um acidente de trabalho e a cada 3h38 um trabalhador perde a vida pela falta de uma cultura de prevenção à saúde e à segurança do trabalho. Para marcar o início das ações do movimento Abril Verde, que visa alertar a sociedade quanto a essa problemática, o Ministério Público do Trabalho inaugurou, na última quinta-feira (5), a exposição “Trabalhadores” na Procuradoria Geral do Trabalho, em Brasília.

Na oportunidade, o coordenador nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho, Leonardo Osório Mendonça, lembrou que, em 4 de abril, completou meio século da morte de Martin Luther King Júnior. “Poucos sabem que o motivo que o levou até Memphis, local do seu assassinato, foi uma greve ambiental, em que empregados de limpeza urbana reclamavam melhores condições de trabalho. Eles carregavam o lixo na cabeça, o chorume escorria, mas não tinham onde tomar banho”, contou.

“E assim como ele sonhava com o dia em que seus filhos não fossem julgados pela cor da sua pele, sonho com uma sociedade em que esses números perversos, de vítimas de acidentes e doenças do trabalho, regridam”, destacou, emocionado. Segundo ele, estudos indicam que mais de 90% dos acidentes poderiam ser evitados, se fossem seguidas as medidas das normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho para que as atividades sejam realizadas com segurança.

Por isso, para o titular da Codemat, ainda que haja redução de número de acidentes, não há o que se comemorar, porque precisaria reduzir mais de 90% dos casos, já que é essa a taxa de prevenção possível. “São vidas humanas, são famílias, maridos, esposas, pais e filhos, que perdem seus entes queridos por conta da falta de prevenção nos ambientes de trabalho. Não podemos aceitar que um trabalhador saia de casa sadio e não volte”, ressalta.

Para o vice procurador-geral do MPT, Luiz Eduardo Bojart, “não se desenvolve um país, não se cria uma cidadania, matando ou adoecendo os trabalhadores. Temos que pensar em um desenvolvimento que seja socialmente sustentável. Essa é a nossa bandeira”, concluiu, alertando, ainda, que o trabalhador não pode ser visto como custo, mas como cidadão, pois, acima de tudo, há de estar a segurança, a saúde e a vida.

Também foi lançada, na ocasião, a edição especial da revista MPT Em Quadrinhos (nº 35) sobre o movimento, feita por meio do MPT do Espírito Santo, e que pode ser acessada aqui. Entre as demais ações, na primeira partida do campeonato paraibano de futebol, os jogadores do Campinense e do Botafogo local entraram em campo com faixa pedindo basta a acidentes e doenças do trabalho. No fim de semana, o último jogo do campeonato baiano exibiu, no gramado, uma placa do Abril Verde.

Fonte: Contracs

Sexta, Abr 06 2018

Menos de 24 horas após o Supremo Tribunal Federal passar por cima da Constituição e negar o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do ex-presidente Lula, o juiz Sérgio Moro pediu sua prisão imediata, numa velocidade de rito poucas vezes assistida na Justiça brasileira, acusando-o ilegalmente por um crime que não cometeu e sem uma única prova sequer a apresentar.

As decisões do Supremo e do juiz Moro fraudam antecipadamente a eleição presidencial de 2018, como forma de impedir que a classe trabalhadora reverta o golpe perpetrado nos últimos dois anos e recupere seus direitos. Trata-se de um ataque patrocinado por setores de uma elite que nunca aceitaram que um metalúrgico colocasse em prática um verdadeiro projeto democrático e popular que favorecesse justamente as camadas menos favorecidas da população.

Lula já não é mais um nome exclusivo do PT, mas patrimônio vivo do povo brasileiro e que, em seu nome, deve ser defendido. Trata-se do mais relevante porta voz, no Brasil e no Mundo, de uma agenda política de combate à fome, à pobreza, da defesa da democracia para todos e do combate às desigualdades.

Em vários momentos da história já tentaram destruir nossos sonhos. Hoje, mais uma vez querem sequestrar nossa utopia. Não passarão. Com o impedimento de Lula, esse governo que aí está das elites e dos patrões junto a uma parcela expressiva do Judiciário e do Legislativo tentam abrir caminho para eleição de um candidato que continue a agenda do gole contra as conquistas sociais e dos trabalhadores. 

Nós, da direção do Sindicomerciários, exigimos a liberdade de Lula.

Defendemos eleições livres e democráticas com a participação do ex-presidente e que seja garantida ao conjunto da sociedade a soberania do voto popular. 

Defender Lula é defender a democracia e as conquistas da classe trabalhadora.

Vamos construir um 1º de Maio nacional, unificado e de luta.

Quinta, Abr 05 2018

As regras do trabalho vão mudar de novo. A medida provisória (MP) que altera vários pontos da reforma trabalhista perderá a validade, caso não seja votada até o fim do mês. E o governo já deu sinais de que não pretende levar o texto à votação.

Com isso, trechos polêmicos da lei que entrou em vigor em novembro voltam a valer, como regras para trabalho insalubre de gestantes, indenização por danos morais com base no salário do empregado e regras consideradas imprecisas sobre trabalho intermitente, uma das principais novidades da nova legislação.

Veja abaixo os principais pontos que devem causar mais insegurança, na avaliação de especialistas.

Trabalho intermitente

O que o texto original prevê?

A maior parte das regras do novo tipo de contrato estão previstos em apenas um artigo da reforma. A legislação cria a figura do trabalhador intermitente, que pode ser convocado para trabalhar alguns dias ou horas, por exemplo.

O texto original garante direito a férias, décimo terceiro e FGTS, sempre proporcionais ao tempo trabalhado. A lei prevê que se o trabalhador se comprometer com o serviço e não comparecer pagará uma multa de 50%.

O que a MP alterou?

O novo texto complementa as regras para esse tipo de contrato. Estabelece que um trabalhador com contrato convencional só pode ser demitido e recontratado como intermitente após uma quarentena de 18 meses.

Detalha regras para contribuição ao INSS, prevendo que o empregado que não atinja um salário mínimo mensal (possibilidade real, já que o trabalho pode ser de apenas horas no mês) faça uma contribuição complementar para a Previdência, para ter direito aos benefícios do sistema. O texto também acaba com a multa de 50% por falta à convocação, substituindo por uma penalidade a ser definida em contrato.

Validade da reforma

O que o texto original prevê?

A reforma trabalhista não especifica se as mudanças valem para todos os contratos, inclusive os celebrados antes de novembro, quando a nova lei entrou em vigor. Assim, advogados e juízes trabalhistas divergem sobre a aplicação das regras para todos.

O que a MP alterou?

Especificou que as regras da reforma trabalhista se aplicam “aos contratos de trabalho vigentes”, encerrando as discussões sobre o assunto. Se a MP cair, o debate é retomado.

Gestantes em local insalubre

O que o texto original prevê?

A mulher pode trabalhar em locais de insalubridade média ou mínima, a menos que apresente um atestado indicando que deva ser afastada.

O que a MP alterou?

Novo texto proíbe o trabalho em ambiente insalubre, a menos que a gestante apresente um atestado liberando o serviço. As lactantes, no entanto, ficam sob a regra prevista inicialmente pela lei da reforma.

Indenização por dano moral

O que o texto original prevê?

Vincula o valor da indenização ao salário do trabalhador. A penalidade pode ir de três vezes até cinquenta vezes o último salário do empregado, dependendo da gravidade.

O que a MP alterou?

Vincula o valor da indenização ao teto do INSS (hoje em R$ 5.645,80). A indenização pode ser de três vezes a cinquenta vezes o teto. Portanto, de R$ 16,9 mil a R$ 282,2 mil, pelos valores atuais.

Autônomo exclusivo

O que o texto original prevê?

Previa a contratação do trabalhador autônomo exclusivo, ponto criticado por advogados trabalhistas.

O que a MP alterou?

Proibiu a contratação por autônomo exclusivo. Nesse caso, a expectativa de advogados é que, com ou sem MP, empresas não adotem esse tipo de contrato.

Jornada 12 X 36

O que o texto original prevê?

Empregador e empregado podem combinar, por acordo individual, a jornada de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso.

O que a MP alterou?

Limitou o estabelecimento desse tipo de jornada por contrato individual ao setor de saúde. Para todos os outros, permite só por acordo coletivo, como já funcionava antes da reforma.

Quinta, Abr 05 2018

Convocação

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O Setor Jurídico do Sindicomerciários convoca os trabalhadores abaixo a comparecerem na 12° Vara do Trabalho, que fica localizada na Av. Cleto Nunes, 85, Ed. Vitória Park, térreo, Centro – Vitória/ES, das 12h às 18h, munidos de Carteira de Trabalho e Documento de Identidade (RG), para fazer habilitação para receber os valores devidos do processo 0050800-51.2010.5.17.0012 movido contra o Aeroporto Veículos LTDA (HONDA SHORI).

Veja lista abaixo:

- Adenilson Bertolo Torres

- Alex Sandro Manco Lemes

- Claudias Gustavo dos Santos

- Elias Marcelino Pireboia da Silva

- Magno Ribeiro Correa

- Marcelo Martins Padua

Quarta, Mar 28 2018

O Setor Jurídico do Sindicomerciários tem conseguido importantes vitórias em benefício do trabalhador comerciário na Justiça do Trabalho. A secretária de assuntos jurídicos, Genilda Bochou, comemora mais essa conquista do sindicato. “Apesar da reforma trabalhista ter praticamente acabado com a Justiça do Trabalho, dificultando a situação dos trabalhadores, o Sindicato tem feito a sua parte, não deixando de amparar os comerciários, e a partir de agora cada vitória deve ser comemorada mais do que nunca”.

Em um cenário que constantemente aparecem notícias de Juízes do trabalho dando a sentença favorável para o patrão, obrigando então o trabalhador a indenizar a empresa, o sindicato se torna cada vez mais importante na luta pelos direitos e contra as negligencias dos patrões.

O pagamento das indenizações trabalhistas será pago a partir da próxima semana. Os comerciários que estiverem nas listas abaixo devem comparecer a Sede do Sindicato, na Rua Caramuru, 38, Centro – Vitória/ES, nas datas estipuladas, das 14h às 16h, munidos de Carteira de Trabalho e RG (Carteira de Identidade).

 

A – E PAGAMENTO 03/04

 ADENILZA MIRANDA 

 ADRIANA DE AMORIM SOARES 

 ALAN JESUS DOS SANTOS 

 ALDA FRAGA DOS SANTOS 

 ALEXANDRE CESAR MARIOZA 

 ALEXANDRE CONCEIÇÃO DE  JESUS 

 ANA LUCIA CHAVES 

 ANDERSON SOARES LIMA 

 ANDRE FERREIRA DE SOUZA 

 ANDRESSA PAGANINI ALEDI 

 CARLA DOS SANTOS ROCHA 

 CARLOS LEONARDO ALVES DE  JESUS 

 CAROLINE DE ARAUJO PINHO 

 CAROLINE MOTTA 

 CHISTYMARY GOMES FERREIRA 

 CRISTIANA ALMEIDA GONÇALVES 

 DARLENE LEIBON VICENTE 

 DIEGO TRANSANTE DE  SOUZA  OLIVEIRA 

 EDIVANDA GAMA SANTOS  

 EDNA GOMES DOS SANTOS

 EDNA PLALON DE SOUZA 

 EKSON RICARDO DA SILVA 

 ELIANE RODRIGUES VIANA 

 ELIANA ALMEIDA THOMAZ 

 ELTON JOHN SALAROLI 

 ELYSSANDRO ALVES SANT ANA JUNIOR 

 ENAINA  DE SOUZA SILVA 

 EZEQUIEL DUTRA PEREIRA

 

F – L PAGAMENTO 04/04

 

 FABIANA CANTILIO FELIPE 

 FABIO MUNIZ  MIRANDA 

 FERNANDO TAUFER GERALDO 

 FLAVIO LOYOLA SANTOS 

 GILDETE DA SILVA  NASCIMENTO COSTA 

 GISLANDIA FREIRE  DO SANTOS 

 HUMBERTO CARVALHO DE SOUZA 

 IONARIA BATISTA DA  SILVA 

 IVAN MOREIRA DA  SILVA 

 JOÃO MARIA DE OLIVEIRA 

 JOÃO JULIEL PEREIRA DE SOUZA  

 JOÃO ROBERTO SIQUEIRA FERNANDES

 JOCIMARA GUIZANI DA  SILVA 

 JOILDO MANOEL DOS  SANTOS 

 JOSÉ EDIMAR DO ESPIRITO SANTO JUNIOR 

 JOSÉ POLEZE 

 JOSIANE DE ALMEIDA  GOMES SANTANA 

 JOTÃO ROMANHOLA ROMANHA 

 JUCILEA DA CONCEIÇÃO PEREIRA 

 KEILA QUINDINI DA  SILVA 

 KELY CRISTINA DOS SANTOS ROCHA 

 LAURENICE TAVARES MOREIRA 

 LEIDE BORGES DE CARVALHO 

 LEILA FERNANDES ASSIS ARAUJO 

 LIDIANE DA SILVA DE SOUZA DOS ANJOS 

 LIVIA BRAGANÇA BORGO 

 LUCAS DOS SANTOS GOMES 

 LUCELIA VITORINO VIEIRA 

 LUCILENE GONÇALVES CARVALHO 

 LUZIANE GONÇALVES VENÂNCIO

 

M – R PAGAMENTO 05/04

 

 MARCO ANTONIO LOURENÇO 

 MARCOS FIRMINO NUNES

 MARCOS GLEYBSON DOS SANTOS 

 MARIA DE LOURDES ASSIS ROSA 

 MARIA DO SOCORRO MELO LACERDA 

 MARILDA HELENADA SILVA  SOUZA 

 MARINEUZA DE SOUZA  SILVA 

 MELANIA MILER FLORENCIO MARTINS 

 MIRANIR ALVES DOS SANTOS FREGONASSI 

 MIRIAN CANDIDA DE MELLO 

 MIRIAN  DE AMORIM RODRIGUES 

 NORMA CANDIDA  DE MELLO RODRIGUES 

 PATRICIA  MOURA 

 PATRICIA  SERAFIN COELHO 

 PRISCILA PEREIRA AZEVEDO COVRE 

 RENATA  MARTINS  DA  SILVA 

 REVACY PEREIRA FILIPE 

 RICHARD ALEXANDER PEREIRA  DE ALMEIDA 

 RODRIGO ARAUJO SOARES 

 ROSALINA SILVA PIRES 

 ROSANGELA MARIA  DE JESUS DE OLIVEIRA 

 RUTHMAR DE SOUZA CORREA

 

S – Z PAGAMENTO 06/04

 

 SANDRA FLESCH FARIA 

 SCHEILA GUIMARAES  SOUSA 

 SIDNEY SANTOS DA SILVA 

 SIRLENE LOPES DA SILVA 

 SOLANGE DA  SILVA FERREIRA 

 SONIA CORREANASCIMENTO BARBOSA 

 STEPHANIE SEPULCHRO AMORIM 

 SUELI COSTA REGIS

 THAIS ROSANE  AMORIM  SOARES

 VALDIR COSTA DO NASCIMENTO

 VALMIRA TAIXEIRA AMARAL

 VANESSA PEREIRA FERNANDES

 VANESSA PIMENTA BARCELOS DOS  SANTOS

 VIVIAN LOPES DE OLIVEIRA

 WAGNER DANIEL GERALDO

 WANDER COSTA DO NASCIMENTO

 WANDERSON BIET SIMOES

 WADSON LIMA CORREA

 WELLINGTON DOUGLAS LOUBACK

 WILLIAM ALVES FERREIRA

Quarta, Mar 21 2018

O Setor Jurídico do Sindicomerciários tem conseguido importantes vitórias em benefício do trabalhador comerciário na Justiça do Trabalho. A secretária de assuntos jurídicos, Genilda Bochou, comemora mais essa conquista do sindicato. “Apesar de a reforma trabalhista ter praticamente acabado com a Justiça do Trabalho, dificultando a situação dos trabalhadores, o Sindicato tem feito a sua parte, não deixando de amparar os comerciários, e a partir de agora cada vitória deve ser comemorada mais do que nunca”.

Em um cenário que constantemente aparecem notícias de Juízes do trabalho dando a sentença favorável para o patrão, obrigando então o trabalhador a indenizar a empresa, o sindicato se torna cada vez mais importante na luta pelos direitos e contra as negligencias dos patrões.

O pagamento das indenizações trabalhistas será pago a partir da próxima semana. Os comerciários que estiverem nas listas abaixo devem comparecer a Sede do Sindicato, na Rua Caramuru, 38, Centro – Vitória/ES, nas datas estipuladas, das 14h às 16h, munidos de Carteira de Trabalho e RG (Carteira de Identidade).

 

DADALTO

PAGAMENTO 27/03 (terça-feira) 14h à 16h

DIEGO RODRIGUES BRAGA

FERNANDA DA SILVA RAMOS

JOSEMIR VICENTE FERREIRA FILHO

LEANDRO DA SILVA SANTOS

MARIA AUXILIADORA ESTEVAM

MARIA NEUMA CARDOSO PEREIRA

WILDERSON ASSIS TEIXEIRA

 

ADIDAS

PAGAMENTO 28/03 (quarta-feira) 14h às 16h

BRUNA DIAS PORTAS

EDGARD DOS  SANTOS CARDOZO

EDUARDO GARCIA  DE OLIVEIRA

ERICA GONÇALVES NERES DOS DOS

JULIO ENDO PORFIRIO

LINDINALVA DA  SILVA  ALVES  

LUCIANO  ROCHA ALMEIDA  

PETRONILIA DE JESUS  SANTOS

TAILANE DA SILVA PINTO

Quinta, Mar 15 2018

A direção do Sindicomerciários se solidariza integralmente com os companheiros, a militância e a direção do PSol, por conta do brutal e revoltante assassinato da vereadora carioca e ativista dos Direitos Humanos Marielle Franco.

Embora não tenham sido divulgados detalhes de mais esta barbárie ocorrida no Rio de Janeiro, o assassinato dessa companheira, eleita a quinta vereadora mais votada pelo município do Rio de Janeiro, amplifica mais fortemente a chaga da violência urbana a que está exposta a população pobre e negra brasileira, sobretudo as mulheres. 

A luta pelos direitos humanos não pode cessar diante desta tragédia, que encontra semelhanças infelizes em cada comunidade pobre e periférica do Brasil.

Apesar das poucas informações até o momento, há fortes elementos para suspeitar de crime político, encomendado para tentar calar a voz militante que se ergue contra a repressão e a exploração.

Nenhuma execução irá silenciar a luta pelos direitos humanos, que é uma causa que une a todos.

Ideologias à parte, Marielle Franco era tudo o que nós queríamos na política: uma esperança de renovação, uma pessoa íntegra e determinada, lutando por aqueles que representava.

Não podemos aceitar que os representantes legítimos da população sejam trucidados, não podemos aceitar que a nossa voz seja silenciada. E não nos calarão!

A direção do Sindicomerciários exige a rigorosa investigação e apuração deste crime, sob fiscalização de um comitê democrático que reúna partidos políticos, entidades democráticas e movimentos populares, e a exemplar punição de seus responsáveis. 

DIRETORIA DO SINDICOMERCIÁRIOS-ES
Em defesa do comerciário, da classe trabalhadora e dos direitos humanos

Segunda, Mar 12 2018

“O setor automotivo pode e deve atender as justas reivindicações dos trabalhadores em concessionárias representados pelo Sindicomerciários-ES”. A afirmação é do presidente do Sindicato, Rodrigo Rocha, se referindo à Campanha Salarial 2018/19 dos empregados em concessionárias, cuja pauta de reivindicações, aprovada em assembleias realizadas em todo o estado, foi protocolada na última sexta-feira, dia 9. Para o dirigente, o setor não tem do que reclamar, uma vez que a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e seus sindicatos patronais filiados, como o Sincodives, que negocia com o Sindicomerciários, estão com as burras cheias de dinheiro.

Segundo Rodrigo, o mercado de veículos novos no Brasil começou 2018 em alta. Foram 181,2 mil unidades vendidas em janeiro, crescimento de 23,14% em relação a igual mês do ano passado. Para o ano de 2018, a projeção da Fenabrave é de crescimento de 11,8%, para 2,5 milhões de unidades. A estimativa é similar à da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que fala em expansão de 11,7%.

Esses números justificam claramente o atendimento das reivindicações dos trabalhadores por mais e melhores salários, condições de trabalho, reajuste salarial com ganho real, manutenção e avanço das conquistas econômicas e sociais.

Em todo o país não são poucas as empresas concessionárias de veículos que já vêm aplicando os aspectos mais cruéis da reforma trabalhista, sobretudo os pontos que isolam o trabalhador do Sindicato para negociar diretamente com o patrão. “Entre os pontos passíveis de pactuação individual e direta, patrão e empregado, sem a necessidade de participação de sindicatos estão a compensação de banco de horas e feriados, e o parcelamento de férias”, informa o presidente do Sindicomerciários. A principal premissa da reforma trabalhista é a prevalência do negociado sobre o legislado. Mas esse é justamente um dos pontos mais criticados por entidades de classe, sindicatos e advogados trabalhistas, uma vez que o trabalhador é a parte mais vulnerável na mesa de negociação.

Daí a necessidade dos trabalhadores estarem mais unidos do que nunca junto ao Sindicato através da sindicalização, de forma a fortalecer a entidade na defesa de todos, sem isolar nem expor nenhum comerciário. “Com a reforma trabalhista, o Sindicato passa a ser a última barreira entre o emprego digno e o trabalho escravo”, finalizou Rodrigo Rocha.

Sexta, Fev 23 2018

Atenção trabalhadores!

Um grupo de indivíduos que se apresenta como dirigentes sindicais vem rondando as lojas de materiais de construção tentando atrair os empregados a fazerem parte de um sindicato fantasma de nome Sintramat.

Queremos alertar a todos que esse sindicato não existe mais. Foi extinto pela Justiça do Trabalho e teve seu término reafirmado em nova decisão da Justiça, no mês passado.

Não assinem qualquer tipo de documento, abaixo-assinado, carta ou seja lá o que essas pessoas apresentem, com promessas falsas e mentiras.

O único e legítimo representante dos empregados de lojas de materiais de construção é o Sindicomerciários/ES. Essa legitimidade já foi reconhecida e reafirmada pela Justiça do Trabalho, não cabendo nenhum recurso em contrário.

Portanto, fiquem atentos com a proximidade desses que querem se aproveitar do trabalhador em benefício próprio.

Qualquer dúvida ou denúncia, entre em contato com o  Sindicomerciários/ES. O nosso telefone é o (27) 3232-5000.

Rodrigo Oliveira Rocha
Diretor Presidente Sindicomerciarios

Segunda, Fev 19 2018

A direção do Sindicomerciários-ES participou ativamente do Dia Nacional de Luta contra a (de)forma da Previdência, programado em todo o país para esta segunda-feira. “O dia das manifestações nacionais foi escolhido pela CUT em dezembro, quando anunciaram que a votação da Deforma da Previdência seria em 19 de fevereiro. A data foi adiada, mas mantivemos O Dia Nacional de Luta como um alerta aos governantes”, afirma o presidente do Sindicato, Rodrigo Rocha, segundo o qual, a Previdência Social é mais do que aposentadoria, “é um sistema de Seguridade Social que foi conquistado com muita luta pelos trabalhadores e que o governo golpista e ilegítimo de Michel Temer quer desmontar, a exemplo do que fez com a reforma Trabalhista”.

No Espírito Santo, o Dia Nacional de Luta contou com a adesão dos principais sindicatos do estado, que se concentraram na Praça 8, na manhã desta segunda-feira, e seguiram em passeata até o prédio do INSS, na Avenida Beira Mar. Dirigentes do Sindicomerciários-ES levaram à manifestação a faixa com a inscrição “Se votar, não volta”, dando um recado à bancada capixaba na Câmara dos Deputados e Senado de que a entidade não medirá esforços para denunciar o parlamentar que votar a favor do desmonte da Previdência. A votação ainda só não acontece porque o governo não tem os 308 votos necessários, mas os apoiadores do governo e da reforma estão fazendo muita pressão nos deputados e senadores. “Por isso é muito importante continuarmos pressionando também e dizer que estamos de olho no que eles vão votar. E o recado já foi dado, se votar a favor da reforma, não volta!”, entende Rodrigo Rocha.

Para o dirigente, a ‘deforma’ da Previdência não visa só acabar com a aposentadoria, “mas, também, com o auxílio doença, com o auxílio maternidade, entre outros direitos duramente conquistados”. Segundo ele, os maiores interessados nesta reforma são os bancos. “Com a privatização da Previdência, são eles que vão continuar lucrando trilhões vendendo planos de previdência privada”, finalizou Rodrigo.

A reforma da Previdência e a intervenção militar no Rio de Janeiro

A pressão nacional contra o desmonte da Previdência já aponta os primeiros resultados. Acuados pela população, majoritariamente contrária à reforma, deputados e senadores já recuam em seu intuito inicial de apoiar o governo golpista. Para evitar o vexame da derrota na votação da Câmara, marcada para esta semana, Temer tirou da cartola uma intervenção militar na segurança pública do Rio de Janeiro para desviar o foco da população e tentar uma saída honrosa. O instituto da intervenção militar impede a votação de emendas à Constituição, como prevê a reforma da Previdência.

“Além da arbitrariedade com o povo carioca, na verdade, o governo tenta, de maneira autoritária, buscar factóide para desviar a atenção do povo com relação à reforma da Previdência”, denunciou o diretor de Finanças e Administração do Sindicomerciários-ES, Jakson Andrade. “A direção do Sindicato é contra essa intervenção no Rio de Janeiro, que é, na realidade, uma cortina de fumaça para o que está acontecendo no país, com desemprego, desmonte da legislação trabalhista, PEC que congela por 20 anos os investimentos para saúde e educação, entre outras medidas que acabam com os direitos da classe trabalhadora”, resumiu o dirigente. 

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