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Promoção especial do Dia das Crianças (Quarta, 15 Agosto 2018 09:57)
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Sexta, Out 06 2017

A Campanha Salarial 2017/2018 dos comerciários foi deflagrada. O tema deste ano é “Avançar ainda mais, nenhum direito a menos. Ticket-alimentação já!”. Como o próprio tema já sugere, a principal bandeira da categoria é o ticket, uma vez que o custo da refeição fora de casa sofreu um aumento significativo no ano de 2016.

A direção do Sindicomerciários tem clareza disso e por isso há anos levanta a bandeira do ticket. "Ano após ano levamos a pauta de reivindicações para o setor patronal e o ticket-alimentação sempre esteve presente em nossa luta, em 2009, por exemplo, conquistamos essa importante vitória para os trabalhadores comerciários em concessionárias. Na ocasião conseguimos o valor de R$7 por dia útil, hoje em dia a quantia é de R$16,70, valor este que queremos estender para toda a categoria comerciária e não mais apenas para as concessionárias", pontuou o presidente do Sindicato, Jakson Andrade.

A pauta contendo todas as reivindicações dos trabalhadores, aprovada nas assembleias que foram realizadas por diversos municípios do estado, já foi entregue à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-ES). Além do tícket-alimentação, um outro ponto importante a ser discutido com o setor patronal e que tem sido exaustivamente noticiado pela mídia, é o domingo trabalhado em lojas de shoppings. 

A proposta discutida e aprovada em assembleia, pelos trabalhadores é simples, receber pelos domingos trabalhados algo semelhante ao que já é pago nos feriados. “A nossa luta nada tem a ver com FECHAR os shoppings aos domingos, até porque o Sindicato não tem autonomia para isso”, frisou Jakson.

O dirigente disse ainda que é necessário que a categoria esteja junto com o Sindicato nesta luta, “É importante que todos os comerciários e comerciárias fortaleçam nossa luta, o Sindicato mobiliza, reúne em assembleia, realiza reuniões com a federação do comércio e seus sindicatos filiados, mas de nada adianta se a categoria não nos apoia, precisamos unir forças para avançarmos ainda mais em nossas conquistas”, finalizou Jakson.

Além dos pontos narrados a cima, a pauta de reivindicações consta também a manutenção dos direitos já conquistados, entre os quais, planos de saúde, odontológico e do seguro de vida, descanso aos domingos para trabalhadores em supermercados, auxílio creche e estabilidade para gestantes.

Segunda, Out 02 2017

Os seios são fontes de várias simbologias em diferentes culturas. Motivo de inspiração e desejo, são também o órgão da amamentação, da feminilidade e do prazer. A mama, contudo, adoece. O câncer é o mal que mais acomete essa glândula — 28% do total de tumores —, sendo o tipo que mais provoca a morte de mulheres no Brasil. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa é de 60 mil novos casos por ano em mulheres cada vez mais jovens. Quanto mais cedo, porém, o diagnóstico, mais chances de cura. A entidade informa que, quando descoberto no início, há 95% de probabilidade de recuperação total.

Com o objetivo de chamar a atenção e divulgar casos que conscientizam a população, surgiu, na década de 1990, no Estados Unidos, a campanha Outubro rosa, hoje difundida em diversos países. No Brasil, a primeira iniciativa partiu de um grupo de mulheres, em 2002, e foi marcada pela iluminação rosa do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo — em 2 de outubro, na comemoração dos 70 anos do encerramento da revolução, o monumento ficou iluminado com a cor da campanha.

Anos mais tarde, entidades relacionadas ao câncer de mama iluminaram de rosa monumentos e prédios em diversas cidades. Aos poucos, o Brasil foi ganhando a simbólica cor em todas as capitais e o mês de outubro tornou-se símbolo da luta pela prevenção e tratamento. “A gente vê que, em outubro, aumenta a solicitação por mamografia. A fila cresce e a quantidade de exames, também”, diz Fernanda Salum. O Ministério da Saúde registra um crescimento de 35% na realização de exames, que passou de 3 milhões, em 2010, para 4,1 milhões em 2016. Até julho deste ano, foram realizados um total de 2,1 milhões de testes.

Prevenção

Além da mamografia, o Outubro rosa alerta para a importância do autoexame. Segundo pesquisa do Inca, de 2016, 66,2% das descobertas da doença ocorrem pelas próprias pacientes. O coordenador-geral de Oncologia do Hospital Santa Lúcia, Fernando Maluf, ressalta a importância do autoexame, mesmo em quem tem menos de 40 anos. “A incidência em mulheres novas vem aumentando”, informa. “A mamografia anual para essas mulheres não é necessária, exceto nos casos de histórico familiar.” Segundo Maluf, uma em cada 10 mulheres tem ou vai ter o tumor. “A incidência vem crescendo entre 5% e 10% nos últimos 10 anos. A população está envelhecendo, e isso (a doença) está muito relacionada à obesidade, ao sedentarismo. Os tumores femininos talvez sejam os que mais têm apresentado crescimento”, adverte.

Os sinais do corpo

Apesar de o câncer ser uma doença, na maioria das vezes, com desenvolvimento silencioso, algumas mulheres sentem mudanças no corpo. Os sintomas incluem nódulo na mama, secreção com sangue pelo mamilo e alterações na forma ou na textura do mamilo ou da mama. O tratamento depende da fase do tumor. Pode incluir quimioterapia, radioterapia e cirurgia.

É consenso entre especialistas e mulheres curadas que a doença não deve ser encarada como um bicho de sete cabeças. Em 19 de outubro, é comemorado o Dia Internacional contra o Câncer de Mama, que, mais uma vez, lembra a todas de cuidar da própria saúde.

Quarta, Set 27 2017

O trabalho acima foi escrito por Lays Hesse Andrade, aluna do primeiro período do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Espírito Santo, UFES.

“O artigo acima fala sobre por que precisamos falar de tributação? Bom, como um primeiro motivo, podemos citar o fato de que o país passa por um momento de aperto fiscal e talvez nem mesmo os cortes nos investimentos e nos gastos públicos previstos as reformas aprovadas, ou em viés de aprovação, sejam suficientes para arcar com o ônus da dívida. Ademais, sabe-se que a tributação é a maior, quando não a única, fonte de receita do Estado.”

Terça, Set 19 2017

A Sede Regional do Sindicomerciários, em Colatina, através dos diretores Joãozinho e Marcos Aurélio, realizaram uma assembleia com os trabalhadores comerciários (as) do shopping ‘Moda Brasil’, para discutir o funcionamento das lojas aos domingos. Aproximadamente 100 trabalhadores foram ouvidos e após muito debate, a maioria decidiu por não aceitar trabalhar nos domingos 17 de setembro e 8 de outubro.

A administração do shopping (Moda Brasil), a pedido dos lojistas, enviou ao Sindicomerciários no dia 11 de setembro, uma proposta que solicitava a força de trabalho dos comerciários, em atendimento especial ao público, nos domingos 17 de setembro e 8 de outubro deste ano, alegando a realização do “CAPIXABA FASHION DAYS”.

Entretanto o diretor Marcos Aurélio destacou a importância de ouvir os trabalhadores, “o sindicato fez o que os patrões não fazem, escutamos os trabalhadores comerciários, e a grande maioria não quis abrir mão do descanso/lazer que os domingos proporcionam”, disse.

Já o dirigente Joãozinho reforça o sentimento da categoria, “vale lembrar que o labor dos empregados lojistas em dias de domingo e feriado só é permitido mediante acordo com o Sindicato, e o sindicato defende os direitos dos trabalhadores, uma vez que ficou decido em assembleia, significa que essa é a vontade da categoria”, finalizou Joãozinho.

Quarta, Set 13 2017

Na última segunda-feira (11), os convidados da audiência pública realizada pela Subcomissão do Trabalho, vinculada à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, foram unânimes em criticar a Reforma Trabalhista.

De acordo com os convidados, o conjunto de alterações propostas pelo governo ilegítimo de Michel Temer não pode sobrepor os direitos assegurados na Constituição. Entre os itens inconstitucionais, destacados pela mesa de debatedores, está o negociado sobre o legislado, que privilegia os acordos entre empregadores e empregados em relação à legislação.

Participaram do encontro, mediado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), a ministra do Tribunal Superior do Trabalho, Delaíde Arantes; o advogado trabalhista Luis Carlos Moro; o procurador Helder Amorim; Maximiliano Nagl Garcez, representante da Associação latino americana de advogado trabalhistas; e a professora da Universidade de Brasília (UnB), Gabriela Delgado.

De acordo com a ministra Delaíde, a Reforma Trabalhista, que começa a vigorar no próxima dia 11 de novembro, precisa respeitar a Constituição. “Fizemos um juramento de julgar e vamos aplicar a lei ordinária que aprovou a reforma trabalhista, mas não vamos aplicá-la isoladamente. É uma lei trabalhista que se insere à luz da proteção constitucional e à luz da legislação internacional”, afirmou a magistrada.

Maximiliano Nagl Garcez foi ainda mais duro nas criticas. “A Reforma Trabalhista não é só um ataque aos direitos trabalhistas, mas é praticamente a revogação da dignidade da pessoa humana. Isso tem sido o mote de coisas estarrecedoras que acontecem no Brasil por causa desse governo golpista.”

Na reunião, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) divulgou a coleta de assinaturas em apoio a um projeto de lei de iniciativa popular para revogar a reforma trabalhista. Em entrevista à Rede Brasil Atual, a secretária de Relações do Trabalho da CUT, Graça Costa, falou sobre a iniciativa.

 “O projeto ele é, principalmente, para mobilizar. Não só como uma proposta legislativa, mas principalmente para dizer aos trabalhadores e trabalhadoras, em todos os cantinhos desse país, dos males dessa reforma e que nós precisamos do apoio, nós precisamos ter uma mobilização realmente de massa para se contrapor a tudo isso que tem contra nós”, encerrou a dirigente.

Terça, Set 12 2017

O presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, convoca toda a militância e brasileiros e brasileiras em defesa da democracia e do trabalho decente para uma semana de lutas em todo o país.

A começar pela próxima quarta-feira (13), data em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva presta depoimento à Justiça Federal, em Curitiba. Vagner aponta que está em curso uma tentativa de inviabilizar a candidatura de Lula porque o presidente representa a vontade popular de um Brasil melhor e o ponto final da série de retrocessos impostos pelo ilegítimo Michel Temer e sua base conservadora.

A Frente Brasil Popular realizará, a partir das 15h, na Praça Generoso Marques, centro de Curitiba, a segunda “Jornada de Lutas pela Democracia”, em apoio a Lula. O ato de solidariedade começa enquanto o ex-presidente estiver depondo, com atividades culturais, como a apresentação do músico Pereira da Viola, de Minas Gerais, e de artistas curitibanos dos grupos Samba da Resistência e delGhetto, além de Elian Woidello.

Às 16h30, está programada uma aula pública sobre os métodos utilizados pela Operação Lava Jato. A atividade terá a presença do ex-ministro da Justiça, Eugênio Aragão. O jurista é crítico à forma como a Operação tem sido conduzida, marcada, entre outras questões, por exposição midiática, prisões preventivas e ataques ao amplo direito de defesa.

Na sequência, será lançado o livro “Comentários a uma sentença anunciada: o processo Lula”, publicado pelo Projeto Editorial Práxis, com apoio do Instituto Joaquín Herrera Flores e Instituto Declatra. A obra, organizada por juristas, traz argumentos técnicos relativos à primeira sentença de Sergio Moro contra o ex-presidente. Por volta das 18h, começa o ato político que deve contar com a presença de Lula.

Derrubar as reformas

O dirigente lembra também que no dia seguinte, 14 de setembro, a CUT, confederações, federações e sindicatos promoverão um Dia Nacional de Lutas para Anulação da Reforma Trabalhista.

A Central colocou nas ruas no dia 7 de setembro uma campanha de coleta de assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que revoga a nova legislação Trabalhista. A medida aprovada pelo Congresso entra em vigor no próximo dia 11 de novembro. 

A meta da CUT é que mais de 1,3 milhão de brasileiros assinem o documento que será entregue à Câmara dos Deputados. O passo seguinte é pressionar os deputados a votarem o texto que revoga a proposta do ilegítimo Michel Temer que acabou com diversos direitos trabalhistas (leia quadro abaixo). 

“Essa proposta aprovada por esse governo e esse Congresso corrupto acaba com sua carteira assinada, todos seus direitos e transforma seu emprego em bico”, aponta Vagner Freitas.  

Nesse dia de luta, as organizações filiadas à Central também levarão às ruas o alerta de que colocar a Reforma da Previdência para votar resultará em uma grande greve.

“Um slogan que quero que você, trabalhador, trabalhadora tenha como um mantra: se botar para votar, o Brasil vai parar. Se botar para votar, vamos fazer uma grande greve e tem de ser com sua participação”, afirma.

Terça, Set 12 2017

Após o feriado de 7 de setembro,  em que os diretores do Sindicomerciários fizeram uma fiscalização pelo comércio do estado, ficou constatado que diversos  estabelecimentos não respeitaram a cláusula 27° da Convenção Coletiva de Trabalho que fala sobre a autorização/proibição do trabalho nos feriados.

É importante que o trabalhador (a) comerciário (a) fortaleça a luta da diretoria do sindicato e não deixe que os patrões lesem seus direitos, portanto, caso o estabelecimento tenha exigido o expediente neste dia, é só o mesmo entrar em contato com a Sede mais próxima e denunciar. As denúncias também podem ser feitas através do site da entidade - www.sindicomerciarios.org.br

Para o presidente eleito da entidade, Rodrigo Rocha, não resta dúvidas de que muitos empresários simplesmente negligenciaram a Convenção e exigiram de seus funcionários a força de trabalho. “O texto é claro, fica autorizado o trabalho nos feriado com exceção de algumas datas, o 7 de setembro é uma dessas exceções e mesmo assim muitos patrões não respeitaram, é nessa hora que o Sindicato tem de agir”.

O dirigente disse ainda que este comportamento já é o reflexo da reforma trabalhista, “esse desrespeito aos trabalhadores já é o reflexo do desmonte dos diretos trabalhistas orquestrado pelo presidente golpista Michel Temer com ajuda da bancada capixaba (deputados: Evair de Melo, Marcus Vicente, Lelo Coimbra, Norma Ayub e Paulo Foletto; senadores: Ricardo Ferraço, Magno Malta e Rose de Freitas)”, “a reforma trabalhista nem entrou em vigor e o setor patronal já dá indícios de que o pior está por vir”, lamentou Rodrigo.

Segunda, Set 11 2017

Um novo tipo de assédio já está sendo julgado no Tribunal Superior do Trabalho. Além do dano moral e dos assédios moral e sexual, o TST aponta o dano existencial no Direito do Trabalho, buscando preservar a existência social, o objetivo e o projeto de vida do trabalhador. Várias causas já estão sendo julgadas neste sentido pelos tribunais do Trabalho, em todo o Brasil, e no próprio TST.

O dano existencial no Direito do Trabalho, também chamado de dano à existência do trabalhador, decorre da conduta patronal que impossibilita o empregado de se relacionar e de conviver em sociedade, por meio de atividades recreativas, afetivas, espirituais, culturais, esportivas, sociais e de descanso, que lhe trarão bem-estar físico e psíquico e, por consequência, felicidade. Igualmente refere-se ao procedimento que impede o colaborador de executar e prosseguir seus projetos de vida, que serão, por sua vez, responsáveis pelo seu crescimento ou realização profissional, social e pessoal.

A professora de Direto do Trabalho da faculdade Esamc Sorocaba, Janete Aparecida Almenara, aponta um exemplo clássico de dano existencial. “Um indivíduo que fica muitos anos preso injustamente é um exemplo clássico. Se apurado o erro, a existência do indivíduo e seus projetos de vida são alterados, modificando sua expectativa de vida, por conta do ato ilícito cometido por um erro processual ou, mesmo, por alguma falha na aplicação da Justiça, ferindo a personalidade e a dignidade humana, que são os bens maiores de qualquer cidadão, resguardados pela Constituição Federal”, afirma.

Nas relações de trabalho No âmbito trabalhista, o dano existencial ocorre quando há excessos, exploração, entre outros. Comumente no abuso de execução de muitas horas extras, quando o trabalhador deixa, por muitos anos, de cuidar da sua própria existência, não tendo tempo para a realização de seus projetos de vida; a existência de várias férias sem gozo e aquele que trabalha por longos anos, sem registro, não tendo um suporte de sustentação e segurança para melhorar suas condições de vida. “O dano existencial é algo muito sério e deve ser muito bem comprovado pelo trabalhador. Ele precisa provar que, realmente, o ato trouxe um prejuízo à sua dignidade humana e personalidade, alterando, de fato e de forma substancial, a sua história de vida. Não é qualquer conduta isolada, de curta duração, que pode ser considerada como um dano existencial. Para isto, a conduta deve-se perdurar no tempo, sendo capaz de alterar seu objetivo devida”, pontua a professora.

À parte do dano existencial, mas que também atinge a dignidade humana, resguardada pela Constituição Federal, existem os danos causados pelo assédio moral, tal como o terrorismo psicológico, que se caracteriza na prática como aquele em que o empregado é humilhado, perseguido, muitas vezes, isolado do grupo, exposto a situações vexatórias em reuniões, inclusive, na divisão de tarefas, em que, por exemplo, o empregador distribui tarefas mais fáceis, alegando que o indivíduo seja incapaz de exercer as outras. Nestes casos, o trabalhador tem a sua autoestima colocada em dúvida, deforma constante, ocasionando,

muitas vezes, doenças psicológicas. A vítima, ao longo dos anos, perde o interesse e os seus planos de vida profissional, ocorrendo também o dano existencial.

Provas robustas Assim como nos demais casos, o dano existencial prescinde de provas robustas —devendo haver a comprovação da “culpa”, do nexo e do dano — as quais se materializam na forma de prova: documental, que poderá ser por meio de e-mails, atas de reuniões, cobranças de resultados e testemunhal.

Ainda de acordo com a professora Janete, o dano existencial surge pela própria evolução do dano moral. “Paralelamente ao dano moral, o TST constatou que, nestas situações específicas, as pessoas perdiam sua expectativa de vida, comprometendo toda a sua existência, por força de outras coisas maiores a ele impostas. O reconhecimento do dano existencial surge como uma forma de oferecer mais dignidade e melhor qualidade de vida ao trabalhador, permitindo ao indivíduo cuidar de si e se realizar como ser humano, contribuindo para a sociedade em um contexto geral.”

Como medida preventiva, orienta a especialista, as empresas devem adotar um tratamento mais humanizado com os seus colaboradores, possibilitando o convívio social e familiar e incentivando o seu crescimento como “pessoa”, possibilitando a realização de cursos e reciclagens. A iniciativa dos tribunais surge para que o trabalhador tenha sua dignidade resgatada junto à família e como ser humano. As empresas que causarem danos à existência do trabalhador podem ser punidas, com indenização a ser arbitrada pelo poder judiciário, sempre considerando cada caso.

Segunda, Set 11 2017

Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados hoje (17) pelo IBGE, retratam a situação ruim do mercado de trabalho e a desigualdade no país. As taxas de desemprego são maiores na região Nordeste e entre trabalhadores jovens e negros, mulheres e pessoas com menos escolaridade.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, afirma em seu blog que o total de trabalhadores subempregados aumentou aumentou de 5,2 milhões para 5,8 milhões. E oque total da força de trabalho subutilizada – que inclui desempregados, subempregados e a força de trabalho potencial (pessoas que não procuram empregos) – chegou a 26,3 milhões de pessoas no mesmo período. Os dados se referem ao segundo trimestre do ano.

"Temer e os patrões devem estar felizes, eles queriam isso mesmo, tirar direitos e jogar a classe trabalhadora no subemprego, na miséria. Foi para isso que aprovaram o desmonte da CLT, que eles chamaram de reforma Trabalhista", afirma o sindicalista. "Os dados da tragédia brasileira, são a maior comprovação de que o governo golpista e ilegítimo de Temer legalizou o bico. É o fim do contrato de trabalho formal, da carteira assinada, dos direitos."

A média nacional no período de abril a junho, segundo já havia divulgado o IBGE, foi de 13%, um pouco abaixo do período encerrado em março (13,7%) e bem acima de igual período do ano passado (11,3%). A estimativa é de 13,486 milhões de desempregados. Entre as regiões, as taxas variam de 8,4% (Sul) a 15,8% (Nordeste), atingindo 10,6% no Centro-Oeste, 12,5% no Norte 13,6% no Sudeste.

Os estados com maior índice são Pernambuco (18,8%) e Alagoas (17,7%). As menores taxas foram registradas em Santa Catarina (7,5%), Rio Grande do Sul (8,4%) e Mato Grosso (8,6%). Em São Paulo, ficou em 13,5%. "Nos estados onde houve aumento da desocupação, não foram geradas vagas suficientes para dar conta do crescimento da procura pelo emprego”, diz o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.

Nos grupos de pessoas de 14 a 17 anos e de 18 a 24 anos, as taxas de desemprego são de 43% e de 27,3%, respectivamente. Esse segundo grupo concentrava 32% dos desempregados do país. A maior parcela era da faixa de 25 a 39 anos (35,1%).

Entre as pessoas que se declararam brancas, o índice fica abaixo da média nacional (10,3%) e sobe para 15,8% entre pretos e 15,1% entre pardos, conforme a classificação do instituto. O desemprego vai a 11,5% para os homens e a 14,9% para mulheres. 

No recorte por escolaridade, a taxa de desemprego para pessoas com nível superior completo foi de 6,4%, subindo para 14% entre aqueles com superior incompleto. Aumenta ainda mais para quem tem ensino médio incompleto: 21,8%. 

A chamada subutilização da força de trabalho, que incluem pessoas com insuficiência de horas trabalhadas, foi de 23,8% no segundo trimestre (26,3 milhões), variando de 14,7% (região Sul) a 34,9% (Nordeste). Os estados com maior índice são Piauí (38,6%), Bahia (37,9%) e Maranhão (37,7%). Os menores são de Santa Catarina (10,7%), Mato Grosso (13,5%) e Paraná (15,9%).

O IBGE estima em 90,236 milhões o número de ocupados no país, sendo 68% empregados, 4,6% empregadores, 24,9% trabalhadores por conta própria e 2,4% no chamado trabalho familiar auxiliar. A participação de trabalhadores por conta própria cresce no Norte (31,8%) e no Nordeste (29,8%). 

Apenas no setor privado, 75,8% dos empregados tinham carteira assinada – eram 33,331 milhões. O percentual diminui para 60,8% no Nordeste e para 59% na região Norte. Entre os trabalhadores domésticos (6,104 milhões), 30,6% tinham registro.

O rendimento médio (R$ 2.104) e a massa de rendimentos (R$ 185,1 bilhões) ficaram estáveis no segundo trimestre.

Quinta, Ago 31 2017

A diretoria da Federação dos Trabalhadores no Comércio e Serviço do Espírito Santo (FETRACS) está reunida discutindo o planejamento de ações estratégicas que serão praticados ao longo do próximo semestre. O evento teve início às 09h de hoje, 31, com a participação do deputado estadual, Nunes, que fez uma análise da Conjuntura política atual. Após a conjuntura o presidente da Federação e diretor do Sindicomerciários, Rodrigo Rocha, apresentou a proposta de trabalho do planejamento e deu as boas-vindas aos companheiros dirigentes.

Na parte da tarde os diretores poderão discutir mais a respeito da nova legislação trabalhista, sobre o impacto que o desmonte da CLT irá causar na organização sindical, além de debater sobre a importância das entidades superiores em função da luta por garantir um trabalho justo e decente.

A Federação é composta por cinco entidades sindicais, são elas, Sindicomerciários, Senalba, Sindomésticos, Sinteses, Sindisec e Sindices. O Sindicomerciários está representado pelos diretores, Jaldo Gomes e Jeam Cabidelle, além do presidente da Federação, Rodrigo Rocha.

O planejamento continua amanhã, 01, com a construção coletiva do planejamento estratégico e a avaliação do projeto. 

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