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Quinta, Nov 01 2018

O Sindicomerciários informa a todos os empregados do comércio do Estado do Espírito Santo (à exceção do município de Cachoeiro de Itapemirim) que, na tarde desta quinta-feira (dia 1º) assinou juntamente com a Fecomércio-ES a prorrogação da Convenção Coletiva de Trabalho até a próxima segunda-feira, dia 5.

Caso você venha a trabalhar no feriado, é assegurado o pagamento das horas trabalhadas com o acréscimo de 100%, não podendo ser inferior a R$ 78,00, além da alimentação e vale-transporte gratuitos. Da mesma forma, está vedado o labor dos empregados, no domingo, em supermercados, hipermercados, auto-serviços, atacadista, mercearias e hortifrutigranjeiros.

As negociações salariais serão retomadas na próxima semana para que se chegue a um acordo definitivo com vista à Convenção Coletiva 2018/2019.

Quinta, Nov 01 2018

No primeiro semestre, a quantidade de convenções acertadas recuou 45,2% na comparação com o mesmo período de 2017.

Os grandes sindicatos que sentam à mesa de negociação até o fim do ano vão encarar um ambiente adverso para conseguir fechar as convenções coletivas nas primeiras discussões sob a validade da nova legislação trabalhista. Já no primeiro semestre a quantidade de convenções acertadas recuou 45,2% na comparação com o mesmo período de 2017, segundo um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe). No mesmo período, os acordos recuaram 34%.

A dificuldade vem desde novembro do ano passado, quando entrou em vigor a reforma, que alterou uma série de pontos e tornou a negociação entre empregado e patrões mais aberta e, consequentemente, postergando os acertos.

"Alguns sindicatos patronais estão querendo tirar conquistas obtidas anteriormente. Isso deixa tudo mais difícil e, por isso, a quantidade de negociações concluídas está caindo", afirma o pesquisador da Fipe e responsável pelo levantamento, Helio Zylberstajn.

As convenções estipulam uma série de cláusulas econômicas e sociais e precisam ser aprovadas pelos sindicatos dos trabalhadores e patronais da categoria para ter validade e, por isso, estão mais difíceis de serem concluídas. Os acordos podem envolver apenas o sindicato e uma empresa.

O segundo semestre é marcado pelas negociações de categorias importantes - como bancários, metalúrgicos e químicos -, e impactam milhares de trabalhadores. Os resultados dos pleitos costumam servir de referência para outros sindicatos.

Quantidade de negociações concluídas

Estrutura da negociação

1º semestre de 2017

1º semestre de 2018 Redução

Acordos 11.462 7.563 34%

Convenções 1.680 920 45,2%

Total 13.142 8.483 39,6%

Fonte: Fipe

A reforma trabalhista obrigou sindicatos patronais e de trabalhadores a reverem ponto a ponto as convenções coletivas porque ela acabou com a chamada ultratividade. Até então, com a ultratividade, os benefícios adquiridos estavam garantidos.

A mudança na legislação trabalhista também determinou que as convenções e acordos vão prevalecer sobre a legislação em diversos em pontos como jornada de trabalho, intervalo, banco de horas, plano de carreira, home office, trabalho intermitente e remuneração por produtividade.

Quarta, Out 31 2018

Vinte e um ano após a greve histórica da categoria comerciária em todo o estado, os trabalhadores do comércio podem voltar a cruzar os braços para garantir o ticket-alimentação, a manutenção do descanso aos domingos e feriados.

Esse é o recado do presidente do Sindicomerciários, Rodrigo Rocha, à categoria por conta da absurda contraproposta apresentada pela Federação do Comércio na primeira rodada de negociação, realizada na manhã desta quarta-feira.

Animados com a eleição de Jair Bolsonaro e com a perspectiva de confisco de direitos dos trabalhadores, defendido pelo homem forte da economia do presidente eleito, Paulo Guedes, os representantes patronais deixaram claro na mesa de negociação a recusa à proposta do Sindicomerciários de ticket-alimentação de R$ 18. Além disso, eles querem a volta da abertura dos supermercados aos domingos.

“A direção do Sindicomerciários vem alertando à categoria desde o ano passado, com a aprovação da reforma trabalhista e, mais recentemente, com a candidatura de Jair Bolsonaro, sobre os riscos que os trabalhadores correm em um eventual governo comprometido exclusivamente com os empresários e banqueiros. O resultado está aí. Mesmo antes da posse do novo presidente, os trabalhadores no comércio já começam a sentir os efeitos da vitória do chamado ‘mito’”, advertiu o presidente do Sindicato, Rodrigo Rocha.

O dirigente disse que a única arma de que o trabalhador dispõe para garantir seus direitos é a greve. “Temos que começar a pensar seriamente na possibilidade de nos engajarmos numa paralisação e precisamos da mobilização de todos. O Sindicomerciários tem sido legitimamente cobrado pela categoria para garantir o ticket-alimentação e a manutenção do direito do trabalhador e trabalhadora em ter o descanso aos domingos nos supermercados garantidos. Chegou a hora comerciário e comerciaria de fazerem a sua parte junto ao Sindicato”, disse Rodrigo, que alertou para que todos fiquem atentos pois, a qualquer momento, os trabalhadores podem ser convocados à greve.

A direção do Sindicomerciários deu início nesta quarta-feira (dia 31) à primeira rodada de negociação da Campanha Salarial 2018 com a Federação do Comércio (Fecomércio). O encontro, marcado para esta terça-feira (dia 30), foi transferido a pedido da Fecomércio. Com o slogan “Direito não se reduz, se amplia”, a Campanha Salarial 2018 dos trabalhadores no comércio no estado do Espírito Santo tem como eixo a reposição integral da inflação nos salários, acrescida de ganho real. A Campanha também pede a manutenção de todos os direitos, devidamente corrigidos financeiramente, além do ticket-alimentação.

“As expectativas do Sindicato são boas, uma vez que, em que pese a crise que atravessa o país, o setor do comércio vem registrando aumento de vendas e lucro, resultado do esforço de vendas e da dedicação dos comerciários e comerciárias, que precisam ser valorizados com salários justos e benefícios mantidos e corrigidos”, avaliou o presidente do Sindicomerciários, Rodrigo Rocha.

Terça, Out 30 2018

A direção do Sindicomerciários dá início nesta quarta-feira (dia 31) à primeira rodada de negociação da Campanha Salarial  2018 com a Federação do Comércio (Fecomércio). O encontro, marcado para esta terça-feira (dia 30), foi transferido a pedido da Fecomércio. Com o slogan "Direito não se reduz, se amplia", a Campanha Salarial 2018 dos trabalhadores no comércio no estado do Espírito Santo tem como eixo a reposição integral da inflação nos salários, acrescida de ganho real. A Campanha também pede a manutenção de todos os direitos, devidamente corrigidos financeiramente, além do ticket-alimentação. 

"As expectativas do Sindicato são boas, uma vez que, em que pese a crise que atravessa o país, o setor do comércio vem registrando aumento de vendas e lucro, resultado do esforço de vendas e da dedicação dos comerciários e comerciárias, que precisam ser valorizados com salários justos e benefícios mantidos e corrigidos", avaliou o presidente do Sindicomerciários, Rodrigo Rocha.

Sexta, Out 26 2018

ESCOLHAS

Escrito por Publicado em Destaques

Essa é uma reflexão para você, trabalhador. Para você, trabalhador capixaba. 

Domingo agora iremos às urnas definir o país que queremos para nós e nossos filhos, nos próximos quatro anos. 

Dois projetos em disputa se apresentam para o eleitor.

Um desses projetos é claramente identificado com os interesses e direitos dos trabalhadores.

O outro, não. O outro projeto é o do fascista “coiso”. Um projeto favorável à reforma trabalhista, ao fim do descanso aos domingos, ao fim do 13º, contra o adicional de férias , pelo fim da Justiça do Trabalho. 

Um projeto que despreza e humilha negros, mulheres , estudantes, crianças e livros. Um projeto CONTRA A VIDA. 

Não, não é fake news. É fato. 

Mas ainda há tempo de você se reposicionar. Refletir se o candidato dos patrões, dos empresários, dos banqueiros está realmente preocupado em fazer algo para o povo. 

Eleição não é festa. Não é Fla x Flu. Não é rock'n roll. 

Ali, diante da urna eletrônica, você estará decidindo o futuro que você quer. Ao apertar os dois dígitos, você estará a um passo de um país que se preocupa com os trabalhadores e os menos favorecidos ou um de um país que está a serviço dos endinheirados. 

Na condição de presidente do SINDICOMERCIARIOS, um dos maiores sindicatos do nosso estado, cumpro meu dever em defender e alertar os trabalhadores e trabalhadoras que um novo Golpe pode acontecer. 

Domingo a família comerciária fará sua parte votando e alertando os comerciários.

Só o seu voto pode VIRAR esse jogo. 

Avalie bem tudo o que já se falou sobre ambos os candidatos e faça a sua escolha, sabendo que, uma vez feita, não tem volta. 

Eu já me decidi. Eu voto pelo direito dos trabalhadores e trabalhadoras.

Eu voto no Professor.

Eu voto Haddad. 

Eu voto 13.

Bom final de semana e uma boa eleição!

 

RODRIGO OLIVEIRA ROCHA
Presidente

Sexta, Out 26 2018

Campanha de Sindicalização 2018. Sindicato sorteia bicicletas no dia do comerciário para sindicalizados.

Quinta, Out 18 2018

Foi realizada nesta quinta-feira (dia 18) a rodada de negociação da Campanha Salarial  2018 entre a direção do Sindicato e o Provarejo. A expectativa é que as negociações estejam concluídas até 1º de novembro. Já para o restante do estado, a direção do Sindicomerciários aguarda da Federação do Comércio que se posicione com relação ao calendário de negociações, que foi solicitado pelo Sindicato no mesmo dia em que protocolou a Pauta de Reivindicações.

Com o slogan "Direito não se reduz, se amplia", a Campanha Salarial 2018 dos trabalhadores no comércio no estado do Espírito Santo (incluindo Cachoeiro, que negocia em separado) tem como eixo a reposição integral da inflação nos salários, acrescida de ganho real. A Campanha também pede a manutenção de todos os direitos, devidamente corrigidos financeiramente, além do ticket-alimentação.

"As expectativas do Sindicato são boas, uma vez que, em que pese a crise que atravessa o país, o setor do comércio vem registrando aumento de vendas e lucro, resultado do esforço de vendas e da dedicação dos comerciários e comerciárias, que precisam ser valorizados com salários justos e benefícios mantidos e corrigidos", avaliou o presidente do Sindicomerciários, Rodrigo Rocha.

Sexta, Set 28 2018

O vice de Jair Bolsonaro acaba de declarar que o candidato deve extinguir o 13º salário e o adicional de férias, caso eleito. A fala de Mourão começa a dar a dimensão do programa anti-povo e anti-trabalhador de Bolsonaro e revela o pior dos mundos aos trabalhadores se o ex-capitão sair vitorioso das urnas. 

Criado no Brasil em 1967, o 13º salário existe na Itália desde 1960. Esse salário extra também é pago em países como na nossa vizinha Argentina, Uruguai, Colômbia, México, Panamá, Peru e Portugal. No Brasil, o 13º salário é uma cláusula pétrea da Constituição de 1988, o que quer dizer, não pode ser mexida.

A reação à fala de Mourão/Bolsonaro foi imediata. No mesmo dia, representantes das oito centrais sindicais brasileiras, entre as quais a CUT, subscreveram nota em repúdio ao vice de Bolsonaro.  "Uma fala descabida, ofensiva e lamentável”, rechaçou o presidente do Sindicomerciários, Rodrigo rocha, segundo o qual, a declaração revela “o que está por trás de Bolsonaro: uma candidatura antissocial que deve ser repudiada por toda a classe trabalhadora brasileira, sobretudo os comerciários”.

A hora é agora de refletir sobre o que as candidaturas que estão colocadas pensam sobre os trabalhadores. Depois do voto nas urnas, não adianta chorar o leite derramado. E uma coisa é certa: votar no candidato da bala é um tiro no pé. 

#13ºsim #EleNão

Quarta, Set 05 2018

A direção do Sindicomerciários conseguiu judicialmente, nesta quinta-feira (dia 30), anular os efeitos da assembleia fraudulenta convocada na surdina por empresários de concessionárias para criar um sindicato de caráter exclusivamente patronal, mas que se passaria por representante dos trabalhadores do setor. O pedido de suspensão foi concedido pela Justiça através de liminar. A realização da assembleia foi denunciada ao Sindicomerciários por trabalhadores em concessionárias revoltados por estarem sendo pressionados e obrigados pelos patrões a comparecer no local 

A assembleia marcada para às 19h, em uma sala comercial que sequer cabiam 10 pessoas, localizada em um prédio no final da Reta da Penha, foi realizada no tempo recorde de 15 minutos, insuficiente para se fazer chamada dos presentes, apresentar a chapa do sindicato fantasma e, ainda por cima, ler todo o suposto estatuto de criação do sindicato fantasma.

A direção do Sindicomerciários, que realizou manifestações ao longo do dia denunciando a fraudulenta manobra patronal, foi impedida por um forte esquema de truculentos seguranças de entrar no prédio em que se localiza a sala da assembleia mandrake. 

Toda essa manobra orquestrada pelos patrões em concessionárias - sobretudo os grupos Orletti e Líder/CVC - tem sido executada pelo gerente comercial do braço automotivo do grupo Orletti, Bruno Fortes da Silva. E não é pouca coisa. O homem é poderoso. O ramo do grupo Orletti que ele gerencia, atua aqui no estado e em outras duas unidades da federação (MG e BA), representando seis concessionárias: Orvel (Volkswagen automóveis), Man (Volkswagen caminhões e ônibus), Belle (Fiat), Nova (Ford), Atlântica (Renault) e HBM (Hyundai), distribuídas em 14 lojas. 

O grupo Orletti possui, também, marca própria para veículos seminovos (Rede 10), distribuídas em seis lojas, e para distribuição de veículos novos multimarcas (Rede Marcas), igualmente com seis lojas. Como se percebe, o executivo Bruno Fortes, que articula a criação do sindicato malandramente de trabalhadores, está muito distante do perfil de um trabalhador em concessionárias.

Lobo em pele de cordeiro

“É esse tipo de gente, típico lobo em pele de cordeiro, que trama um golpe contra os trabalhadores e o Sindicomerciários, único, verdadeiro e legítimo representante dos empregados em concessionárias. E é esse tipo de gente que pretende negociar em seu nome o acordo salarial”, denuncia o presidente do Sindicomerciários, Rodrigo Rocha, segundo qual, se, de fato, eles estivessem interessados em melhorias para os trabalhadores já teriam negociado há muito tempo com o Sindicomerciários.

Rodrigo orienta à categoria para que denunciem anonimamente sua empresa ao Ministério Público (27 3194-4500), caso você tenha sido obrigado a comparecer à assembleia. “O Sindicomerciários continuará atento e vigilante, política e juridicamente, para evitar que os patrões se organizem e enganem os trabalhadores com sindicatos fantasmas”, finalizou Rodrigo.

Quarta, Set 05 2018

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou contra os trabalhadores e trabalhadoras do país ao aprovar, por 7 a 4 votos, a constitucionalidade da terceirização da atividade-fim das empresas.

O presidente do Sindicomerciários, Rodrigo Rocha, não só lamenta como também condena a decisão dos ministros do STF. Para o dirigente os ministros perderam a oportunidade de rever um ato inconstitucional aprovado pela Câmara dos deputados. “Inadmissível, os trabalhadores brasileiros mais uma vez sendo massacrados pelos magistrados”. 

A CUT (Centro Única dos Trabalhadores) afirmou em nota, que o Supremo Tribunal Federal desrespeitou a Constituição ao liberar a terceirização na atividade-fim, dando mais uma prova de que vivemos em um Estado de Exceção, no qual os poderes da República estão sequestrados pelos interesses do grande capital. 

Para o secretário de Assuntos Jurídicos da CUT, Valeir Ertle, essa decisão demonstra que os ministros do STF não reconhecem a realidade da vida do trabalhador.

“Eles não leram os estudos feitos que demonstram como a terceirização prejudica o trabalho. A decisão não teve base técnica das leis. Foi um julgamento político. Evocar o número de desempregados para admitir a terceirização irrestrita é o cúmulo do absurdo. Os ministros não tem a mínima preocupação com o trabalhador”, desabafa Valeir”.

Revolução pelo voto

Para o secretário de Assuntos Jurídicos da CUT Valeir Ertle, somente as próximas eleições, com trabalhadores e trabalhadoras votando em candidatos progressistas podem reverter esta situação.

“É preciso votar em pessoas que possam mudar a legislação. Trabalhadores não podem votar em patrões e empresários. Têm de votar em quem defende os direitos da população. A única revolução é a do voto”, diz Valeir.

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