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Destaques (635)

Quarta, Fev 06 2019

Ainda pior que a de Temer, PEC prevê aposentadoria de 65 anos para homens e mulheres e trabalhador será obrigado a abrir capitalização que joga toda a responsabilidade na mão do contribuinte.

A proposta de Bolsonaro para a reforma daPrevidência ainda está sendo formulada, mas alguns dos pontos mais cruéis da mudança na aposentadoria do trabalhador já começam a ser revelados. Um deles é a sugestão de idade mínima de 65 anos para homens e mulheres e a obrigatoriedade da capitalização, que responsabiliza somente o próprio empregado a garantir seus rendimentos futuros.

A informação foi divulgada pelo jornal Estadão e confirmada por membros da equipe econômica do governo – o texto final da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) deve ser apresentado até o fim de fevereiro. Para se ter ideia, nem mesmo o golpista Temer, notório por atacar os direitos do povo brasileiro, teve a audácia de sugerir tamanhos retrocessos e previa a idade mínima sugerida para homens aos 65 anos e para mulheres, 62.

Outro temor da população brasileira é que Bolsonaro acabe com a aposentadoria por tempo de contribuição, fato que o atual mandatário do Palácio do Planalto já deu carta branca para que seja colocada em prática.  Conforme a proposta revelada pelo jornal,  o tempo mínimo de contribuição saltará de 15 para 20 anos e quem solicitar o benefício neste quesito terá direito à somente 60% da aposentadoria. Para chegar aos 100%, é preciso trabalhar por mais duas décadas, o que resulta em 40 anos de contribuição.

Capitalização nefasta

Na proposta de Bolsonaro, o sistema de capitalização será de "caráter obrigatório" nos mesmos moldes usados no Chile, país que o ministro Paulo Guedes usa como referência de "modelo bem sucedido". O problema é que no país, a aposentadoria como está já se mostrou um desastre.

Implementado nos anos 1980, durante a ditadura Pinochet, a previdência chilena hoje está sendo criticada pela população e por economistas, pois é muito baixa. O governo de centro-direita de Sebastián Piñera estuda proposta para elevar os descontos mensais dos salários dos trabalhadores, de modo que eles possam receber mais quando se aposentarem.

O sistema de capitalização implementado no governo de Pinochet levou milhões de idosos a viverem na pobreza, com 90% dos aposentados recebendo metade de um salário mínimo. Quem sai ganhando, na verdade é o sistema financeiro, já que mais pessoas acabarão buscando alternativas no setor privado para compensar a destruição do sistema público.

Da Redação da Agência de notícias

Quinta, Jan 31 2019

O diretor da sede do Sindicomerciários em Colatina e membro do Conselho Municipal de Transporte Coletivo do município, Marco Aurélio, votou contra o aumento da passagem nos ônibus da cidade, na manhã desta quinta-feira, dia 31. A proposta em votação era a de que o valor subisse para R$ 3,22, mas foi rejeitada por oito votos, entre os quais o do companheiro Marco Aurélio. Dos 13 conselheiros, apenas cinco foram favoráveis ao aumento. 

"Além do nosso trabalho diário na luta pelos direitos e interesses da categoria comerciária, o dirigente sindical deve também estar voltado às demandas da sociedade como um todo", disse Marco Aurélio. "Afinal, o trabalhador comerciário também é usuário de ônibus como qualquer morador de nossa cidade. E lutar também pelos direitos da população é o que chamamos de Sindicato Cidadão, uma política implementada pelo Sindicomerciários a qual temos nos empenhado com afinco, nos últimos anos". 

Parabéns à população colatinense, parabéns à categoria comerciária, parabéns ao Sindicomerciários, por mais essa vitória em benefício de todos.

Quinta, Jan 31 2019

O Praia Grande Hotel aguarda você, comerciários e comerciárias  sindicalizados(as) e familiares para curtir suas férias ou finais de semana de forma diferenciada e privilegiada. Em estilo moderno e com vista privilegiada, o Praia Grande Hotel está localizado à beira mar e possui uma excelente estrutura de lazer que inclui restaurante, bar, rede wifi, sauna, piscina com toboágua, piscina para crianças, entre outros serviços. 

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Quarta, Jan 30 2019

Para Ronaldo Fleury, o país vive um processo de "sub-humanização" dos trabalhadores, e o caso ocorrido em Brumadinho é exemplo disso

São Paulo – O procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, afirmou que o ocorrido em Brumadinho (MG) é não apenas um desastre ambiental e humanitário, mas "a maior tragédia trabalhista do Brasil, da nossa história". Segundo ele, o caso deve superar o ocorrido em fevereiro de 1971 em Belo Horizonte, quando o desabamento de um pavilhão de exposições em obras deixou 65 operários mortos. O episódio ficou conhecido como a "tragédia da Gameleira", bairro da capital mineira.

Para Fleury, que participou na manhã de hoje (28) de um evento sobre trabalho escravo, o Brasil vive um processo de "sub-humanização dos trabalhadores", e o exemplo de Brumadinho é óbvio. Em alguns casos, afirmou, a dor será "definida" pela Justiça. "E a dor dos que estavam trabalhando? Essa dor está limitada pela reforma trabalhista." Ele se referia a item da Lei 13.467 que fixa limite à indenização em 50 vezes o salário do empregado. Esse dispositivo está sendo questionado no Supremo Tribunal Federal (STF), na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6.050, da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra). O relator é o ministro Gilmar Mendes.

Fleury lembrou que o Ministério Público do Trabalho (MPT) em Minas ajuizou ontem uma ação cautelar na Vara do Trabalho de Betim (MG) solicitando bloqueio das contas da Vale no total de R$ 1,6 bilhão. A liminar foi deferida parcialmente, com determinação do bloqueio de R$ 800 milhões. "O ser humano está na centralidade da nossa Constituição", disse o procurador-geral.

O objetivo, segundo ele, é garantir, além de uma futura indenização por danos morais e materiais, o pagamento dos salários dos trabalhadores – tanto os desaparecidos como os resgatados. "A nossa ação visa que as famílias não fiquem desamparadas neste momento. A fonte de renda deve ser preservada", diz a procuradora Elaine Noronha Nassif, que assina a cautelar.

Além do bloqueio, o MPT quer que a empresa siga pagando os salários, arque com despesas de funeral, traslado de corpos e sepultamento. Além disso, solicita que a Vale apresente, em 10 dias úteis, documentos como programa de gerenciamento de riscos, convenção ou acordo coletivo e relação nominal de empregados diretos e terceirizados. "A Vale é reincidente", afirmou Geraldo Emediato de Souza, outro procurador a assinar a ação, referindo-se à tragédia de Mariana, três anos atrás. "É preciso arcar com as consequências da negligência", acrescentou.

Terça, Jan 29 2019

Mais uma vez a Vale é responsável por um desastre criminoso em Minas Gerais. Não foi uma tragédia. Poderia ter sido evitada com manutenção, investimentos em itens de segurança e fiscalização. Foi um crime. A empresa é reincidente e precisa ser punida com severidade, sobretudo em respeito à classe trabalhadora e à comunidade local que a CUT vai lutar.

As vítimas do rompimento da barragem da empresa, em Mariana, que ainda clamam por justiça e lutam contra as manobras judiciais da direção da Companhia para receber suas indenizações, viram o horror se repetir em Brumadinho, quando outra barragem da Vale se rompeu, nesta sexta-feira (25).

A nova tragédia, anunciada e denunciada por entidades dos movimentos sociais, comunitários e sindical, deve cobrar um preço ainda maior em vidas humanas. Segundo as informações do Corpo de Bombeiros, 37 mortes já foram confirmadas e entre 300 a 400 trabalhadores contratados diretamente pela empresa, terceirizados e moradores estão desaparecidos.

Para o Sindicomerciários, esse crime é fruto da busca irresponsável por lucros a qualquer preço.

Foi a ganância que fez os empresários promoveram a flexibilização das leis trabalhistas na reforma da CLT e que vem sendo aplicada pela Vale, com o aumento da jornada dos turnos para 12 horas, fim da hora intínere, aumento da terceirização, diminuição do número de empregados diretos e aumento da rotatividade que tirou trabalhadores experientes das operações e a precarização do trabalho dos empregados diretos e terceirizados.

Não por acaso as empresas de mineração no país, brasileiras e multinacionais, capitaneadas pela Vale, impediram a aprovação de todas as propostas sugeridas pela CUT e demais centrais brasileiras sobre saúde e segurança dos trabalhadores e das comunidades, durante a votação do Marco Regulatório da Mineração, aprovado em 2018.

Ressaltamos também que, não por acaso, os acidentes ambientais e de trabalho multiplicaram por mil depois que a Vale foi privatizada em 1997, o que demonstra que a principal preocupação dos dirigentes da empresa sempre foi os acionistas e nunca o bem estar dos trabalhadores, trabalhadoras ou as comunidades que vivem no entorno das barragens.

Neste momento, nos solidarizamos com as famílias dos trabalhadores e moradores atingidos por mais essa tragédia e se compromete a, juntamente com os movimentos sociais e da sociedade civil, lutar por justiça para que os seus dirigentes sejam devidamente responsabilizados e penalizados por mais esse crime contra a vida dos trabalhadores/as e também com os moradores e agricultores familiares atingidos pela sua irresponsabilidade.

Quarta, Jan 23 2019

A Justiça do Trabalho está ameaçada em extinção, conforme recente manifestação do Presidente da Republica.

A concretização destas ameaças acarretará brutal retrocesso civilizatório, com trágicas consequências para o País.

Sob o ponto de vista politico-jurídico, estamos diante de uma ofensa a Constituição de 1988, que proclama o valor social do trabalho, o não retrocesso dos direitos humanos e da dignidade do trabalhador.

Sob o prisma social, haverá um aumento dos conflitos individuais e coletivos, do desrespeito dos direitos trabalhistas, da precarização das condições de trabalho, dos acidentes e doenças ocupacionais, do assédio moral e sexual dos trabalhadores, etc...

Assim, convidamos toda sociedade capixaba, para se unir na luta em defesa dos direitos do trabalhador (a), da cidadania, da justiça e da democracia.

Terça, Jan 15 2019

A comerciária Jaciara de Meirelles Izabel, funcionária do supermercado Carone de Coqueiral de Itaparica, em Vila Velha, encerrou com chave de ouro a Campanha de Sindicalização 2018 promovida pela direção do Sindicomerciários. Com a reforma trabalhista a mais de um ano em vigor, onde o principal objetivo dessa maldade é tira direitos, Jaciara acreditou no Sindicato, se sindicalizou e foi a sorteada com uma moto novinha em folha. Ela é uma das centenas de trabalhadoras e trabalhadores no comércio capixaba que apostaram no fortalecimento do Sindicato para lutar por seus direitos e interesses no âmbito trabalhista.

E a sindicalização é peça-chave nesse fortalecimento.

Nas próximas semanas, a direção do Sindicomerciários irá divulgar a versão 2019 da Campanha de Sindicalização.

Faça como Jaciara, venha para o Sindicomerciários e vamos juntos lutar por nossos direitos . E ainda concorrer a prêmios.

Sindicomerciários. A gente faz melhor porque faz o melhor para você. 

Quarta, Jan 09 2019

A direção do Sindicato, através de seus diretores em Colatina Joãozinho e Março Aurélio, agradece, sobretudo os trabalhadores colatinenses do comércio, pela vitória histórica expressa na manutenção do descanso aos domingos nós supermercados. Esses companheiros comerciários honraram a tradição de luta por seus direitos da categoria e souberam resistir com o Sindicato, na defesa do lazer, do convívio em família e amigos e à prática religiosa no dia de domingo. 

Agradecemos, também, setores expressivos da nossa imprensa, que se sensibilizaram e se convenceram sobre a importância desse dia de descanso e jamais deixaram de divulgar notícias de interesse dos trabalhadores e do Sindicato.

2019 nos apresenta novos desafios e o seu Sindicato aqui em Colatina e em todo estado, desde já, reafirma seu compromisso de estar sempre mobilizado na defesa dos interesses da categoria comerciária capixaba.

Quarta, Dez 12 2018

A Câmara de Vereadores de Nova Venécia decidiu por retirar de pauta a votação de proposta legislativa que previa a revogação da a lei 2.863/2008, que proíbe a abertura de supermercados e outras atividades comerciais aos domingos e feriados. Com isso, na prática, fica garantido o descanso dos empregados em supermercados.

Nos últimos dias, a diretora do Sindicomerciários, Karenina Danieleto, organizou forte mobilização da categoria para evitar a revogação da lei. A mobilização teve seu ponto alto na manifestação de terça-feira, a partir das 17h, na Câmara Municipal do município, quando a proposta que revoga essa lei estava prevista para entrar em votação. "Ao longo da semana passada recolhemos quase quinhentas subscrições de comerciários de um abaixo-assinado que pede a manutenção da lei", disse Karenina, segundo a qual, cópias do abaixo-assinado foram entregues aos 13 vereadores do município como forma de sensibilizá-los a não revogarem a lei.  

"Mas é preciso mantermos acesa nossa mobilização. Os vereadores entram em recesso no dia 18. Até lá, a Câmara realiza apenas mais uma sessão. É pouco provável que o tema volte à discussão. De qualquer forma, a retirada de pauta não quer dizer que o tema está liquidado. Precisamos estar atentos e vigilantes para qualquer movimentação de última hora que eventualmente venha a recolocar a proposta em pauta", finalizou a diretora Karenina.

Quarta, Dez 12 2018

Comerciário, veja o que o Presidente Michel Temer e os Deputados Federais e Senadores prepararam para você, com essa Reforma Trabalhista:

Veja a matéria:

1.Demissões coletivas: A reforma permite a troca de todos os trabalhadores celetistas, por formas de trabalho mais baratas, como terceirizados e temporários.

2.Sem jornada fixa: O patrão poderá te chamar para trabalhar na hora que ele quiser, te pagando apenas por hora, sem um salário fixo. Você fica disponível 24 horas por dia, mas não receberá por isso.

3.Jornadas ainda maiores: Hoje a CLT prevê no máximo 8 horas por dia de trabalho. Com a reforma, jornadas de 12 horas passam a ser permitidas.

4.Menos tempo de almoço: O tempo mínimo de 1 hora de intervalo para o almoço diminuiu para apenas meia hora.

5.Deslocamento: Agora o tempo de deslocamento até o trabalho não será mais pago pela empresa. Você perde tempo e dinheiro.

6.Férias: Os 30 dias agora podem ser parcelados em três vezes pela empresa.

7.Terceirizados: As empesas, além de poder terceirizar 100% dos trabalhadores, ainda não serão as responsáveis pelos encargos trabalhistas.

8.Grávidas e mães: Antes elas estavam protegidas pela lei, mas a reforma permite que elas trabalhem em qualquer lugar, não se importando se o local oferece riscos ou não para a mãe ou  o bebê.

9.Banco de horas: A criação do banco de horas poderá ser uma negociação individual e não mais só coletiva.

10.Negociado acima da Lei: Tudo o que você assinar com o patrão vai valer mais do que as Leis da CLT. Um prato cheio para quem quer te prejudicar.

11.Rescisão: Não vai ser mais obrigatório os sindicatos assinarem a rescisão. Ou seja, você não terá nenhuma garantia se está ou não recebendo o que é seu.

12.Justiça do Trabalho: Você terá que pagar por tudo que envolve um processo trabalhista, ou seja, até o honorário do perito. Sem contar que o negociado segue valendo mais que a Lei. A Justiça fica de mãos atadas.

13.Teletrabalho: A reforma permite que o trabalho seja feito em casa, sem jornada de horas definidas e com manutenção e recursos bancados pelo próprio trabalhador.

Fortaleça seu sindicato, Sindicalize!

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