Imprensa Sindical

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Quarta, 08 Janeiro 2020 13:02

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Sexta, 20 Dezembro 2019 22:48

E chegou ao fim a Campanha de Sindicalização 2019! No dia 18 de dezembro, para fechar com chave de ouro, com distribuição de pipoca e algodão doce, foi realizado em Cachoeiro, o tão esperado sorteio da 3ª moto zero km da campanha de sindicalização, que teve como sorteada a comerciária sindicalizada em dia, Josiane da Silva Carreiro, que trabalha na empresa Sistemac, em Cachoeiro de Itapemirim.

O ato contou ainda com a presença dos diretores do sindicato: Presidente Rodrigo Rocha, Secretário Geral Jeam cabidelli, Jakson Andrade, Erasmo Carlos, Genilda Bochou, Sonia Brito, Ronaldo, Agnaldo Reis, Josinete Fonseca e Jorge Domingos.

O Sindicomerciários já está preparando a Campanha de Sindicalização 2020.

Então, vem pro sindicato e bora ser feliz.

 

Sexta, 20 Dezembro 2019 21:46

E chegou ao fim a Campanha de Sindicalização 2019! No dia 17 de dezembro, para fechar com chave de ouro, com distribuição de pipoca e algodão doce na praça de campo grande em Cariacica, foi realizado o tão esperado sorteio da 2ª moto zero km da campanha de sindicalização, que teve como sorteado o comerciário sindicalizado em dia, Wesley de Oliveira Alves, que trabalha na Empresa Cadis Campineira, Vila velha.

O ato contou ainda com a presença dos diretores do sindicato: Presidente Rodrigo, Jeam Cabidelli (Secretário geral), Genivaldo Lopes (secretário de esporte), Jakson Andrade, Emerson Serra, Jorge Domingos, Jaldo Gomes.

O Sindicomerciários já está preparando a Campanha de Sindicalização 2020.

Então, vem pro sindicato e bora ser feliz.

Sexta, 20 Dezembro 2019 20:44

E chegou ao fim a Campanha de Sindicalização 2019! No dia 16 de dezembro, para fechar com chave de ouro, com distribuição de pipoca e algodão doce, foi realizado o tão esperado sorteio da 1º moto zero km da campanha de sindicalização, que teve como sorteada a comerciária sindicalizada em dia, Maria Divani Campos, que trabalha nos Supermercados Rondelli de Nova Venécia.

O ato contou ainda com a presença dos diretores do sindicato: Presidente Rodrigo, Jaldo Gomes, João Batista(Diretor Colatina), Karenina diretora Nova Venecia, Jorge domingos, Warlley Giacomim (Diretor Grande Vitória), Amaral Santos (Diretor São Mateus).

O Sindicomerciários já está preparando a Campanha de Sindicalização 2020.

 Então, Vem pro sindicato e bora ser feliz.

Terça, 10 Dezembro 2019 10:10

O Sindicato irá sortear nos próximos dias 16, 17 e 18 de dezembro, sempre às 11h, em todo o estado, três motos Honda Biz, como parte das atividades de encerramento da Campanha de Sindicalização 2019.

Veja os locais dos sorteios:

- PARA AS REGIÕES NORTE DO ESTADO, O SORTEIO VAI SER SEGUNDA-FEIRA, DIA 16, ÀS ONZE DA MANHÃ, NA PRAÇA DO IMIGRANTE, EM NOVA VENÉCIA

- PARA A GRANDE VITÓRIA, O SORTEIRO VAI SER TERÇA-FEIRA, DIA 17, ÀS ONZE DA MANHÃ, NA PRAÇA EXPEDITO GARCIA, EM CAMPO GRANDE, CARIACICA

- PARA A REGIÃO SUL/SERRANA, O SORTEIO VAI SER QUARTA-FEIRA, DIA 18, ÀS ONZE DA MANHÃ, NA PRAÇA PEDRO  CUEVAS JUNIOR, EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM

EM 2019 VAMOS CONTINUAR JUNTOS NA LUTA E NAS CONQUISTAS.

VEM COM A GENTE! FILIE-SE! E BORA SER FELIZ COM O SINDICATO!

Terça, 10 Dezembro 2019 10:06

Com o discurso de "menos direitos, mais trabalho", governo diminui FGTS a ser recebido, libera trabalho aos domingos, tira cobrança do INSS das empresas e passa a conta para o trabalhador desempregado.

A Medida Provisória (MP) nº 905/2019, que cria a carteira "Verde amarela", entre outras medidas que prejudicam os trabalhadores e trabalhadoras, divulgada pelo governo nesta segunda-feira (11), não vai gerar 1,8 milhão de  empregos como diz o governo nem melhorar a vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

O principal item da MP é a criação da carteira "verde amarela" que tem a finalidade de gerar empregos para jovens de 18 a 29 anos, com salários no valor máximo de um salário mínimo e meio (R$ 1.497,00).

Os jovens contratados via carteira verde e amarela receberão valor menor de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) se forem demitidos sem justa causa.

Os empregadores que adotarem o programa também não precisarão pagar a contribuição patronal para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 20% sobre a folha, além das alíquotas do Sistema S (Sebrae, Senai, Sesc, Sescoop, Sest, Senat e Senar ) e  do salário-educação.

Com o Programa Verde e Amarelo, os empresários deixarão de pagar cerca de 34% em tributos. A redução da arrecadação cairá nas costas do trabalhador desempregado: o governo decidiu cobrar 7,5% de alíquota para o INSS do valor do seguro-desemprego.

Para a professora de economia da USP, Leda Paulani, além de não gerar os empregos prometidos, as medidas tem o potencial de tirar o emprego de quem tem mais direitos, os trabalhadores da carteira azul, apesar do governo dizer que os empresários não podem substituir os antigos funcionários pelos novos, que terão menos direitos.

"A carteira verde amarela é mais um golpe contra os direitos dos trabalhadores porque o empresário não vai querer contratar pela carteira azul com todos os encargos trabalhistas".

De acordo com a professora, o governo colocou 'a faca e o queijo na mão' dos empresários. Na relação de forças, de poder, quem perde é o trabalhador, afirma.

Para a economista, o governo usa a crise econômica para fazer reformas e retirar direitos. Ela conta que o Brasil atingiu ao auge de emprego formal entre 2006 e 2011, nos governos petistas de Lula e Dilma, quando a economia ia bem e o trabalhador tinha todos os direitos garantidos.

"O impacto dessa explosão de empregos formais permaneceu até 2014, quando índice de desemprego chegou a 4,5%, o menor da história. É o que chamamos de 'desemprego ficcional'. Ou seja, mesmo com a economia a pleno vapor tem sempre alguém sem trabalho ou porque está saindo de um emprego para outro, ou se mudou de cidade e ainda não começou numa nova atividade", afirma.

A CRISE É USADA PARA FAZER REFORMAS, TIRAR DIREITOS. ESSE ARGUMENTO DE QUE O DESEMPREGO ESTÁ ALTO PORQUE O EMPREGADOR TEM MUITOS ENCARGOS SOCIAIS É FALSO. A CARTEIRA VERDE AMARELA NÃO VAI GERAR EMPREGOS

A professora chama ainda de absurdo o desconto de 7,5% do seguro desemprego para o INSS, com a desculpa de que esse tempo de contribuição contará para a aposentadoria. Com esta última medida, o ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, espera arrecadar R$ 12 bilhões em cinco anos – R$ 2 bilhões a mais do que custaria o seguro desemprego, neste mesmo período. Ou seja, o governo vai arrecadar mais tirando dinheiro do trabalhador, num período em que ele mais precisa.

por Rosely Rocha

Sexta, 06 Dezembro 2019 18:05

A população negra no Brasil ainda sofre com condições desiguais no mercado de trabalho. Além do nível de desocupação maior, aqueles que conseguem uma vaga de emprego trabalham mais e recebem menos. A distância entre brancos e negros passa também pela escolaridade e por postos de trabalhos ocupados. A análise foi sistematizada pelo Dieese, com base na pesquisa Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE. Divididos por gênero, raça, etnia e região do país, os dados do segundo trimestre deste ano são traçados ponto a ponto, evidenciando traços  do racismo e do machismo no Brasil.

Uma mulher negra, por exemplo, precisa trabalhar 55 minutos a mais para recolher o mesmo que um homem branco ganha em uma hora. Já para os homens negros, o número é de 45 minutos a mais de trabalho. A economista Patrícia Pelatieri, coordenadora de pesquisas do Dieese, comenta o resultado do levantamento. "Os dados comprovam um sentimento posto na sociedade. Existe uma desigualdade enorme no mercado de trabalho e no recorte de etnia e gêneros se aprofunda ainda mais", afirmou, em entrevista à repórter Emilly Dulce, do Brasil de Fato, em matéria veiculada na Rádio Brasil Atual.

O rendimento médio por hora trabalhada também apresenta desigualdade de gênero e etnia no país, conforme explica a economista. Enquanto a média dos negros é de R$ 11 para homens e R$ 10, para mulheres, para as pessoas brancas é R$ 19 para homens e R$ 17, para mulheres. "Em todos os estados, os negros recebem 30% menos que os não negros, em média", acrescenta.

No Brasil, apesar da população negra ser maioria, a desigualdade de oportunidade se repete nas cinco regiões. Em São Paulo, enquanto a mulher negra ganha R$ 10,82, por hora, o homem branco angaria R$ 21,84.

Publicado por Emilly Dulce, do Brasil de Fato

Sexta, 06 Dezembro 2019 18:04

A redução no adicional de periculosidade pago a trabalhadores expostos a riscos à vida é mais um dos absurdos do governo Bolsonaro. De acordo com a economista e coordenadora de pesquisas do Dieese, Patrícia Pelatieri, ao contrário do que o jornal Folha de S.Paulo noticiou, as novas regras do Programa Verde e Amarelo não são opcionais e podem afetar contratos já existentes.

A matéria criticada pela especialista aponta que a mudança 'só atinge jovens contratados pelo programa Emprego Verde Amarelo que aceitarem a contratação de um seguro opcional para acidentes'. Entretanto, a pesquisadora lembra que a redução do adicional, de 30% para 5%, pode afetar a todos os trabalhadores. "A redação da Medida Provisória (MP) 905 é confusa e pode ser estendida para todos os contratos", alertou, em entrevista à Rádio Brasil Atual.

Para ela, mesmo que fossem apenas afetados os jovens de 18 a 29 anos, com salário de um mínimo e meio, a MP cria um primeiro emprego sem direito. "O trabalhador não terá a opção de escolha, como diz o jornal. O empregado não tem poder de negociação quando está desemprego, só terá de aceitar as opções impostas", criticou.

A MP ainda faz duas alterações: propõe a substituição do adicional por um seguro privado para acidentes pessoais e o adicional só será pago quando a exposição ao perigo corresponder a mais de 50% da jornada normal de trabalho. A coordenadora do Dieese critica ambas as propostas. "O adicional é um valor para compensar os riscos de longo prazo, enquanto o seguro, que é a substituição proposta, remunera um sinistro imediato. Ainda tem um agravante que é a questão de necessidade para comprovar que ele está exposto em 50% da jornada. O adicional é uma compensação ao risco, isso acontece a qualquer momento da jornada, independentemente do tempo em que fica exposto. É um absurdo", acrescentou.

Publicado por Redação RBA